Sunday, March 31, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 39
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.


A adesão às forças ideológicas e intelectuais do secularismo, se tornou, nos dois ultimos séculos, generalizada entre grande parte da população das grandes e médias áreas urbanas e extremamente objetivada como meio de adaptação e identidade à realidade urbana.  Não somente os cidadãos comuns em areas urbanas estão aderindo ao secularismo, por se sentirem atraídos e pessoalmente identificados às novas tendências culturais se opondo às religiões de modo geral, que tem aumentado significativamente o numero de aderentes ao que Gabe Bullard ( em um recente artigo publicado pela National Geographic 2019 ), chamou de “The World’s Newest Major Religion: NO RELIGION”, o que fez aumentar o numero de ateístas, agnósticos, e pessoas indefinidas (ou envergonhadas) quanto à sua  filiação às comunidades de fé dentro do espectro social. Mas, as igrejas também tem se esvaziado muito nas últimas décadas, devido aos atrativos propostos pela crescente influência do secularismo e por outros motivos. Em linguagem bíblica seria como se dissessemos que “as riquezas do mundo, suas paixões e prazeres”, tem atraído milhares e milhares de pessoas à procura do próprio mundo. Aquele que é mundano, preocupe-se com as coisas do mundo, sem deixar de considerar que às vezes somos levados ao secularismo, sem mesmo o percebermos. Nesse distanciamento causado pelo secularismo, reside o perigo da “mundanização” da mente humana, o que se torna um amálgama que se consolida criando raízes profundas dentro do coração humano. Mas é importante não confundir mundanização com demonização. As pessoas podem aderir às propostas tentadoras do secularismo, e investir pesado nelas, quais sejam, sua adesão ao consumismo desenfreado, sua ânsia por corresponder aos anseios de um consumo up-to-date, o que implica em estar de conformidade com as aspirações voltadas apenas para o bem estar material e social, além de sua total adesão a um comportamento extravagante e imoral, apenas para estabelecer uma identidade dita cool ou de "muito boa fama", por estar adaptada às tendências do próprio secularismo. No entanto, a válvula de escape do comportamento imoral e totalmente liberalizado  pode estar a apenas alguns passos de uma conformidade, uma adaptação ao ambiente social secularizado. E nesse particular a secularização não é apenas liberalizar o comportamento humano na direção de uma total adesão ao século, à pós-modernidade, ao consumismo desenfreado e em última análise, à desmoralização dos conceitos morais tradicionais. Significa também ter consciência de que a adesão ao secularismo representa uma entrega desenfreada às propostas do século e à total absorção de todas as suas propostas morais, imorais, positivas, negativas, construtivas e totalmente destrutivas, e se tornar um apelo meramente inconsciente. E ai reside a grande tragédia moral que identifica nossos dois últimos séculos, sobre a influência massiva do secularismo.

Wednesday, March 20, 2019


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 37
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.


Além dos problemas que nossa sociedade enfrenta hoje em dia, tais como situações criadas pela necessidade que cada familia tem no sustento dos filhos e  em cada parcela de cuidados com relação ao contexto familiar, os pais ainda sofrem os reveses impostos pelo secularismo, pelo choque cultural, pela diversidade criada pelo contexto sócio-politico em que vivemos, pelo sistema educacional envolvendo os filhos, e por muitos outros fatores. Mas, um dos maiores problemas, está relacionado à falta de tempo para com os filhos,  à falta de amor dedicado a eles, e à definição de um tempo de qualidade que os pais precisam dispender com os filhos relativamente à formação do seu caráter. As necessidades e a pressão criadas pela vida moderna, tais como o estress e as concessões da vida secular,  impõem certas condições sobre a família e os filhos criando-lhes sofrimento, abandono, choque de gerações, disparidades e discriminação. Dentre todos esses problemas, o secularismo representa a maior de todas as ameaças. No entanto, abraçar o secularismo, como condição social inevitável, impõe-nos escolhas seletivas, e a definição de critérios de envolvimento que nos permitam opções razoáveis.  E na expressão de sua identidade dentro do contexto social, a criança acaba se perdendo ao deplorar a ausência dos pais em sua formação moral,  intelectual e também espiritual.  E isso certamente cria uma série de conflitos entre eles.
O tempo tem sua projeção perpetuada no espaço assim como o espaço se consolida no tempo. Existe uma relação de mútua reciprocidade cuja complexidade chega até mesmo a limitar nosso entendimento do que seja essa dupla realidade. E tais conceitos nos permitem definir um dentro do escopo da definição do outro. Nisso reside o que entendemos por secularismo, que é em verdade, estabelecer barreiras que vão limitar as projeções da realidade humana circunscritas por limitações temporais e espaciais. O homem se prende à realidade e ao contexto social como única forma de se entender dentro do Universo. O que domina a mente humana é apenas o real limitado, e não a expressão do real ilimitado dentro de infinitas possibilidades para além do real. Surgem então diversas formas de cosmovisões, caracterizadas por agnosticismos, por ateísmos, e por existencialismos, em que prevalecem a negação da existência real do eterno. Surgem na mente humana uma série de conflitos entre suas possibilidades de projeções infinitas em colisão com suas projeções meramente limitadas e finitas. O que envolve a mente humana bem como sua realidade espacial, é pensar que somente importa se conectar com o contexto social, o contexto temporal e secular. Em consequência, sua mente se prende ao contexto social como única alternativa para sua manutenção e sobrevivência. As coisas atinadas com o eterno se tornam insignificantes pois vão dar lugar apenas a um funcionalismo pragmático e imediatista. As projeções infinitas da mente humana, que funcionam ontologicamente apenas enquanto estão conectadas com o contexto universal, deixam simplesmente de existir. O imediatismo estabelece os limites do século, do tempo limitado.   Em outras palavras, o homem se prende a um desejo frenético de se expressar secularmente.

O homem se expressa socialmente mas afastando-se do fenômeno religioso. O secularismo dos primeiros séculos da era cristã, como é descrito em diversos contextos históricos, sociológicos, filosóficos (e antropológicos) não era definido como se tornou conhecido a partir de 1851, quando o termo foi criado e passou a ter expressão e definição mais significativa. Tal conceito visava separar e distinguir a ordem social no contexto cultural de então, do que havia de influência religiosa na sociedade como um todo. Mas o fenômeno apresenta as mesmas características dentro dos diversos modelos de expressão cultural, de tal forma que nós podemos definí-lo como existindo tanto na época do Império Romano, dentro dos primeiros séculos da era cristã, quanto no contexto social do período pós-moderno. Em suma, o que o define é caracterizado pelas distinções que sempre existiram entre o fenômeno sócio-cultural e o fenômeno religioso. E apesar de que tal disparidade era mais flexível e muito bem distinta, o termo era tido apenas como uma suposta forma de apresentação dos diferentes fenômenos sem profundas razões de discriminação ou profundas críticas. Na época de Paulo, o apóstolo, por exemplo, existia o secularismo, mas ele se vê manifesto nas palavras proferidas por Paulo no discurso do livro de Romanos capitulo 1, a partir do verso 21 em diante.

Monday, March 11, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 36
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

  Na formação e na herança da sexualidade de uma criança sendo gerada no útero materno, os pais representam a influência mais próxima e mais contagiante sobre o feto. Apesar de que existam ainda influências externas causadas pelo meio social em que os pais convivem constantemente. Por essa razão, a mãe grávida acaba sofrendo sempre os resultados propagados pelas vibrações (ou energia) positivas ou negativas que circundam o feto. A mãe sempre pode receber carinho e elogios vindos de parentes e amigos, mas pode também sofrer influências negativas causadas por pessoas negativas, malignas, invejosas ou extremamente carnais. Apesar de toda essa influência os pais são seus maiores doadores e protagonistas, em função de sua proximidade e de sua responsabilidade na paternidade compartilhada. Existe um caso muito típico em que os pais entram em competição e atrito logo depois que a mulher engravida, ao manifestar preferências com relação ao sexo da criança sendo gerada. O ideal seria se os pais pudessem buscar determinar o sexo da criança tão logo seja possível definí-lo através de exames de tomografia computarizada. E enquanto não o sabem, evitassem competir acerca do sexo da criança, para não lhe causar transtornos íntimos durante tal competição.  Existem casos em que um dos conjuges definem nomes masculino ou feminino ao feto, e passam a chamá-lo pelo nome, antes mesmo de saberem o sexo da criança.  É preciso saber respeitar os limites do corpo, não somente nosso próprio corpo fisico, mas ainda o corpo em formação sendo gerado no útero materno. E esse respeito certamente inclue uma série de variáveis e constantes comportamentais aplicadas à vida dos pais em relação ao feto. Aliás, respeitar o corpo também tem a ver com a integridade moral devida à criação do corpo, em função de nossas predileções por aquilo que é original. No sentido de que a forma da concepção do corpo é um paradigma da criação em sua originalidade. Da mesma forma como respeitamos a originalidade de uma obra prima, digamos que o corpo humano é também a obra prima da criação em todas as suas propostas originais de imagem e semelhança divinas. Devemos, portanto, respeitar o corpo por sua originalidade, sua funcionalidade, sua beleza como obra prima da criação divina (ou da natureza), e ainda pelo fato de que o corpo reflete a perfeição da criação divina. Em consequência, quando expomos o corpo humano à prostituição, à impureza, à tortura e ao desrespeito que não lhe é devido, nós manifestamos uma forma hedionda de desrespeito à obra da criação. Além disso, como já nos referimos anteriormente, é o amor recebido pelos pais, que fomenta o entendimento racional do que seja o amor no coração da criança. Uma vez consciente do que é o amor em sua vida, a criança passa a entender seu lugar no tempo e no espaço relativamente às suas funções e atribuições com relação ao amor, devido de si para si mesmo, aos seus pais e semelhantes de modo geral. O homem, como a mulher, entendem que precisam amar alguém de sexo oposto ao seu, logo que percebem a dávida do amor de seus pais em sua vida e formação moral.  A ausência do amor dos pais não recebido pelo feto em formação, promove o vazio do amor no coração do feto e da criança nascida, como uma herança negativa de seus próprios pais. E isso vai gerar uma série de problemas posteriores. 

Saturday, March 2, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 35
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.


  

 Considerar a relação íntima entre três indivíduos, onde dois deles são pré-existentes, é uma forma de nos aproximarmos do sujeito que existe em relação às diversas possibilidades reais a que o feto estará condicionado. Em outras palavras, o feto estará sujeito ao relacionamento definitivo, primitivo e inquestionável entre Mãe e Pai em sua relação sexual, para que sua existência tenha possibilidades reais. Assim como a criação dos seres humanos também se condicionou à existência material conforme o relato bíblico de seres materiais pré-existentes, dentro da sequência pó-da-terra/homem, homem/mulher, mulher/feto, o que caracteriza a existência da natureza humana criada, tal possibilidade que conecta dois seres pré-existentes para que a partir daí surja um terceiro ser, permite lançar o feto numa situação de possibilidades reais  existenciais, proveniente de relacionamentos necessários e indispensáveis. Da mesma matéria pré-existente que compõe a natureza em si, ou seja, o pó da terra, se perpetua a propagação da natureza humana, numa relação de mútua dependência, numa intrincada ambivalência em que são incluídas heranças genéticas e psicogenéticas simultâneas. Desta forma quando o homossexualismo nega o relacionamento sexual heterossexual, além de estar negando sua própria herança e ascendência genética, ele estará negando também suas próprias origens primitivas, originais e ontológicas aplicadas ao ser criado, as quais se perpetuam e asseguram a perpetuação da espécie. E isso está na mente humana como uma espécie de conceito de geração arquetípica (mais uma vez usando uma terminologia de Jung), em que a geração da imagem primordial dos seres originais se perpetua na espécie subsequente. E o homossexualismo/lesbianismo nega essa origem enquanto bloqueia a possibilidade real do ser criado, ou do ser com a potencialidade de vir-a-ser criado, para usarmos termos aristotelianos. Seria o fim da espécie como consequência de uma busca por satisfação sexual pura e simples?  De modo geral, é a negação da criação  dentro das possibilidades existenciais de sua própria perpetuação como espécie criada a partir dos entes pré-existentes. O homem, então, nega sua própria natureza, se nos referirmos ao campo da natureza criada como sendo limitada em sua essência, ou seja, basicamente retirada do elemento material pó da terra. Se o existencialismo de modo geral, se opõe a qualquer ideologia que caracteriza os seres humanos como manifestação de uma substância infinita, temos razões de sobra para conectar a natureza humana como advinda unicamente do pó da terra, (segundo o relato bíblico, sem considerarmos a imagem e semelhança de Deus na criação) isso permitirá que portas sejam abertas para que afirmemos que os homossexuais sejam considerados como essencialmente materialistas, circunscritos à sua própria e limitada auto-extinção, afastados de amplas possibilidades abstraídas de sua essência
como seres com projeçõe infinitas. Temos também razões para categorizar os homossexuais como essencialmente existencialistas, naquilo em que eles escolhem negar sua própria transcendência material, ou metafísica, através da negação de sua perpetuação na geração de sua própria espécie. Além disso, ao negarem a criação da espécie humana a partir do relato bíblico de Gênesis, eles também se intitulam radicalmente ateístas.  

Thursday, February 28, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 34
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

Falar em diferentes niveis de energia nessa relação de afetividade e emoções entre Mãe, Pai e Filho sendo gerado, é apenas buscar exemplificar mostrando de que forma a comunicação entre esses 3 sujeitos se concretiza. Na verdade, como seres humanos, nosso cérebro estabelece tal comunicação não apenas a nível especulativo, mas também ao nível da sensibilidade emocional entre os seres envolvidos, Mãe, Pai e Filho. E os primeiros sinais de interação entre os neurônios começam a circular dentro do cérebro em formação da criança desde os primeiros dias de vida. Para se ter ciência deste fenômeno interativo, as reações sentimentais e emotivas podem ser quantificadas estatisticamente, pois tais reações psíquicas são comuns a todos os seres humanos, mas suas dimensões nos impedem de quantificá-las com perfeição a níveis gráficos, ou objetivos e orgânicos, devido à sua magnitude. O que podemos fazer é uma análise existencial particularizada de pessoa a pessoa, para descobrir e pesquisar melhor o que se passa na alma ou no subconsciente de cada pessoa. E tal análise pode desvendar anomalias psiquicas na formação da criança sendo gerada, tal como ocorre num exame de psicoanálise.  Mas não estamos aqui nos referindo a sessões de psicoanálise, mas apenas às reações paternas diante do comportamento da criança e às prováveis reações psicoorgânicas produzidas pelo cérebro da criança enquanto em diferentes estágios de formação.   E desta forma, é importante nos concentrarmos na análise bíblica, como uma alternativa viável de que às mães foi dada prioridade em relação ao seu relacionamento sexual com o Pai, e a ele também foram dados níveis de prioridades com relação à mãe e à criança sendo gerada, o que possibilita a interação entre esses três agentes.  São conceitos interativos, interrelacionados, formando um ciclo orgânico vital, que depende entre si da interação dos tres indivíduos em relacionamento mútuo. E tal interação ocorre dentro de um limite razoável de tempo e espaço. São nove meses em que a criança se desenvolve no interior do útero da mulher, são nove meses em que ela, mãe, pai e filho, recebem e intercambiam influências externas, que sendo positivas, vão contribuir para a formação do caráter e da sexualidade de tal criança, além de dar a ela as reações instintivas básicas e a capacidade de absorver o que se passa do lado de fora, ao seu redor, enquanto o cérebro se desenvolve e absorve os impulsos recebidos externamente. No entanto, tais reações motivadas a partir de interações mútuas podem também gerar influências negativas e provocar anomalias na formação do carater e na sexualidade da criança. 

Wednesday, February 20, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 33
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.


   A partir de então começa a batalha do feto, já com suas caracetrísticas sexuais praticamente produzidas, à procura de uma definição das características da sua sexualidade. Portanto, a sexualidade é gerada no interior do útero da mãe, a partir do instante da concepção e durante o período da gestação, como fruto da intensa carga de amor, afeto e compreensão dado pelo pai, à sua querida esposa, e em reciprocidade, compartilhados mutuamente. Quando uma onda de vibrações negativas começa a invadir a vida do casal, eles entram em atrito, brigam, se odeiam mutuamente, e não se amam mais por um intenso período, a mãe emite reações negativas contra o pai. Nesse instante o feto recebe as influências negativas dessas reações e passa a incorpora-las como componentes formadores de sua sexualidade. Devido ao ódio da mãe contra o pai ( que pode variar em intensidade ), a criança não recebe mais os estímulos positivos necessários à definição de sua sexualidade masculina a níveis de equilibrio, vamos dizer, energético, criando-se então, um lapso, uma carência, nessa definição. Há um vazio paterno dentro da criança, formado pela ausência do pai.  Mas o que prevalece então passa a ser a energia da sexualidade feminina, obviamente da mãe, sobre o feto do sexo masculino, com sua sexualidade não
ainda definida.  Tal sobrecarga energética e não equilibrada, gera a tendência no feto de negar que exista sexualidade masculina para ser compartilhada com sua própria sexualidade. O feto, então, passa a aderir e aceitar somente a energia da sexualidade feminina sobre a sua própria. E isso gera a tendência ao homosexualismo pois existe em sua sexualidade a ausência do componente íntimo energético do heterosexualismo. Ou seja, a sexualidade do homem transmitida pelo pai. Em suma, é preciso que o feto reconheça ambas as sexualidades em seu interior. A do pai e a de sua mãe. Isso seria uma questão de salvaguardar a sexualidade original, criada, de homem/mulher dentro do limite de consciência e de inconsciencia ( subconsciente ) dos próximos seres criados, ou seja, sua herança psico-genética e psico-fenotípica. Apenas para reafirmar o que já dissemos, havendo uma sobrecarga de energia em apenas uma direção o menino (ou a menina)  pode ter uma aversão à sexualidade do pai e avançar com um excesso de energia sexual sobre a sexualidade da mãe e se identificar mais com ela. Como resultado ele (ou ela) passará a gostar mais de homens pois dentro de si existe forte influência da energia sexual feminina. Ele pode se identificar como menina e se ver como menina, passando a gostar de meninos. Em função de seus conflitos internos, isso é absolutamente normal, porém, patológico. Nesse caso o homosexualismo se manifesta de duas formas distintas: 1) de modo íntimo e subjetivo, ou homosexualismo intimo subjetivo, em que o menino ( ou menina ) passa a gostar de si mesmo e de sua sexualidade mais feminina, tornando-se um apaixonado por si mesmo, numa forma estranha de narcisismo, ou de idolatria de sua própria sexualidade, ou de seu próprio sensualismo manifesto. Nesse caso a criança, já com uma certa idade, se delicia consigo próprio e se atribui reações femininas veladas, quando em seu quarto, ou diante do espelho, ou durante o banho. Ou então ele se delicia à procura de homens que o admirem e possam representar a figura da sexualidade ausente do pai em si. Este seria o caso 2, a seguir. 2) De modo íntimo e objetivo, ou homosexualismo íntimo objetivo, em que o menino, ou a menina, dentro de suas funções específicas e diferenciadas, passam a gostar de homens – no caso dos meninos,  ou de meninas – no caso das meninas -,  exteriorizando uma forma de homosexualismo com características distintas, porém, discreta ou oculta, ou então revelada explicitamente, sem nenhum constrangimento. Tais atitudes voltadas para um comportamento de total ausência de preconceito, ou totalmente oculto, varia em função dos diferentes níveis de formação moral e de informação fetal, recebidos pelo menino(a) enquanto ainda no útero da mãe ou durante os primeiros anos de educação e formação moral/intelectual da criança. Essas portanto, não são as causas do homosexualismo, mas definem um distúrbio contra o feto, causado pelos conflitos e falta de amor da parte dos pais. Existem outras motivações que podem levar meninos ou meninas ao homosexualismo (lesbianismo) e sobre elas ainda falaremos. Portanto, é fundamental que mãe e pai estejam em harmonia, vivendo uma vida de amor e sexualmente ativa, em benefício de seus próprios filhos, em benefício da formação da sexualidade dos seres criados a partir de uma relação de amor entre homem e mulher. 

Wednesday, February 13, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 32
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

A ideia surpreendente que o texto de Efésios 5 nos revela é nos permitir perguntar por quê Deus se dirige à mulher em primeiro lugar?
E a Bíblia é muito clara ao especificar tal prioridade dada por Deus às mulheres. Porque a mulher é aquela que tem por incumbência gerar toda a humanidade e dar a cada ser humano o respeito e a dignidade dada a cada nova vida sendo gerada em seu ventre. Dentro do plano de Deus para a humanidade, a mulher tem destaque e prioridade absolutos. Se observarmos cuidadosamente veremos que existem uma série de fatores a serem analisados quando percebemos com detalhes o que se passa em torno a uma mulher grávida, não somente dentro dela, mas também em seu entorno. E a Bíblia mostra não somente em Efésios 5, mas em várias outras referências o amor que o próprio Jesus Cristo confere às mulheres, não somente através de diálogos significativos, em situações em que ela é defendida e perdoada por Ele, e no respeito e atenção que Ele confere às mulheres de modo geral. Tal prioridade mostrada em Efésios 5, é enfatizada em primeiro lugar porque a mulher  gera e mantém em seu ventre por 9 meses o novo ser que virá ao mundo. Enquanto isso, o homem que também nasceu de uma mulher, se encontra simplesmente do lado de fora. E este estar do lado de fora significa que somente a mulher, que interage intimamente com a criança, pode intronizar o carater do pai na mente e no coração da criança sendo gerada em seu ventre, psicologicamente. A interação do pai com o carater em formação da criança gerada, só existe enquanto houver meios de comunicação entre a Mãe, o Feto e o Pai. Em outras palavras, a vinculação e o reconhecimento do carater do pai na formação moral, afetiva, e psicológica do feto só se torna possível quando a mãe transmite ao feto sendo gerado, o que ela recebe no relacionamento afetivo entre ela, e seu marido, através de suas emoções, de suas respostas positivas, do amor e do carinho recebidos por ela enquanto transmitidos por ele. Isso vem dar ênfase ao que Efésios 5, verso 25 afirma ao marido ( ou pai, ou àquele que se responsabiliza pela criança sendo gerada no ventre da mãe ). Apesar de que a Bíblia se refere especificamente ao marido. Diz o verso 25: “ Husbands, love your wives.” O que antecede à gravidez da mulher, o que deve perdurar durante a fase de gestação de uma criança, e o que se prolonga após o nascimento dessa criança, é o amor que o marido dedica à sua esposa e recebe dela numa reciprocidade afetiva.  O reflexo do amor do pai é dado como resposta positiva e formativa ao carater da criança sendo gerado no útero materno. E a mãe é a única que pode gerar a imagem ( positiva ou negativa ) do pai no coração da criança sendo gerada. Se tal imagem é positiva, ou seja, se a mãe transmite ao feto o carater do pai em sua relação afetiva com a mãe, naquilo em que ele a amou e respeitou, e transmitiu a ela todo o amor, afetividade e carinho doados durante a gestação, a criança receberá uma dosagem maior de amor que influirá na formação de seu carater como menino ou como menina. Tal interação de amor certamente gerará crianças saudáveis e equilibradas em sua sexualidade. Se tal imagem é negativa, cheia de distúrbios de afetividade e ausência de amor, a mãe certamente transmitirá ao feto a imagem retorcidada do carater do pai, através de suas emoções frustradas e ausência de afetividade. Nesse caso teremos a geração de crianças deformadas psicologicamente, e com distúrbios em sua sexualidade.
Na análise que fizemos anteriormente sobre as possíveis causas geradoras do homossexualismo em Sodoma e Gomorra, nós chegamos a propor que o carater arrogante e injusto dos povos dessas cidades, podem ter sido as causas  geradores do homossexualismo. Se isso pode ou não ser comprovado, fica certo, no entanto, que a ausência do amor entre casais, marido e mulher, pode ser entendido como um distúrbio patológico que certamente gerará crianças com anomalias em sua sexualidade.

  O BRASIL TEM SOLUÇÃO – 2   A questão envolvendo a Idolatria de imagens passa desapercebida pela grande maioria dos analistas teológic...