Wednesday, November 21, 2018


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 21
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

O referencial de infinitude ao qual nos referimos anteriormente, citando dois renomados filósofos, e a pessoa de Jesus Cristo, - em quem reside a maior prova de referência a um ponto infinito -, quer nos mostrar que nós não podemos deixar de nos aludir a tal referencial, com risco de nos perder numa posição de extrema incerteza, onde toda a estrutura do pensamento humano se desintegra num negativismo sem precedentes, numa visão em que tudo se torna caótico, e que tal estrutura racionalística acaba se esvaindo para um contexto de irracionalismo alternativo. Isso ocorre muito comumente entre os homossexuais e lésbicas, (mas de modo geral, entre todos aqueles que assumem um comportamento pecaminoso constante), que para justificar a consistência de sua união, sem suporte bíblico, apelam por optar pela expansão de uma alternativa pré-existente, ao buscar sustentar sua união como justificável pela equiparação ao ideal bíblico do modelo conservador de família, como já nos referimos antes, ou pelo menos sustentado pela tradição religioso/cultural judaico/cristã/grego/romana, na qual toda a estrutura de nossa civilização ocidental se insere.  Diante de tudo isso, cremos que existe uma profunda manipulação de nossa mente, através de um desvio arquitetado por Satan, em que ele consegue inserir em um grande numero de pessoas, seus ideais de iniquidade e de negativismo, obviamnete em oposição ao que há de verdade não somente na Bíblia, mas também em todo o Universo criado. E a mentira, é o que faz germinar a inconsistência do pensamento racional, ao servir de base para a formulação de pensamentos não-lógicos, ou não-racionais, e isso sugere a formação de uma ideologia sustentada pela inconsistência de uma não-verdade. É evidente que tudo o que não é verdade é mentira. E tudo o que tem base na mentira, não tem consistência, não tem base filosófica, não tem como se sustentar, nem se projetar dentro de uma perspectiva infinita.  Nesse sentido, a vulnerabilidade da mente humana propensa à mentira se torna presa fácil da manipulação pela mente diabólica. Ou seja, além de sustentar a mentira como sua origem subjetiva, Satan, também sustenta a manipulação e a persuasão como armas poderosas aptas a absorver a mente humana e torná-la cativa indefinidamente. E os seres humanos não percebem a seriedade do que representa a mentira no contexto de suas vidas e jamais tentam conectá-la à astúcia de Satan. Através da manipulação (diferentemente da possessão demoníaca), Satan obteve controle sobre um grande número de indivíduos que ignorando sua influência, admitiam estar agindo livremente, mas escolhiam o que era chamado de “livre arbítrio”, “liberdade para agir o que queriam”, “opção livre para seguir o próprio destino”, “ revolução cultural “ , “ interpretação livre do que se entendia acerca da Palavra de Deus” e todas essas expressões admitiam em seu contexto uma falácia em sua interpretação. E muitos não conseguem perceber os tentáculos do mal intranhado dentro do nosso contexto cultural tentando dominar e impedir o florescimento da verdade. As manobras de manipulação impostas pelo maligno criaram uma série de monstros humanos responsáveis por verdadeiras tragédias no contexto histórico e cultural da humanidade,  que além de se tornarem manipulados, acabaram por manipular pessoas e torná-las cativas de suas tiranias. E a grande maioria desses montros, tem na Bíblia um ponto de referência de infinitude altamente contestável. E nisso nos referimos basicamente a pessoas tais como Jim Jones, David Koresh, Charles Manson, Saul Alinsky e seus discípulos e muitos outros, numa suposta interpretação manipulada das escrituras, e na política, uma série de outros nomes envolvidos com massacres, corrupção, assassinatos, roubos e falcatruas.   

Sunday, November 18, 2018

SENSUALISMO - IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO - 20
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo. 

É fato consumado que o evidente distanciamento humano causado pelo abandono de Deus ( a partir da expulsão do Éden ), como justificativa por um discursso filosófico meramente pessimista, tendendo ao irracionalismo, causou a estranheza e a tendência da mente humana de se pensar em termos meramente irracionais, afastando a Biblia e a verdade nela contida, das formulações que o pensamento humano projeta através de visões de mundo ( ou cosmovisões ) cada vez mais individualizadas. Mas, observem que a Bíblia permanece a mesma, com todas as respostas aos dilemas humanos, às questões de ordem moral, filosófica e obviamente, teológica. O racionalismo não detém a chave que responde às questões suscitadas pela mente humana, no que se refere à existência, à sexualidade, ao futuro, à vida após a morte, e a outros dilemas propostos por cada um de nós. Isso quer dizer que Religião e Filosofia, de alguma forma estão intimamente ligados. Pois onde o discursso Filosófico encontra barreiras, a Religião ou a Teologia, vem responder às questões essenciais suscitadas sobre a vida humana no Planeta. Claro que não existe uma predisposição em se aceitar as alternativas propostas pela Teologia , ou pela Religião, pois que a obstinação humana em se rejeitar as coisas de Deus é muito profunda e muitas vezes tem bases profundamente secularizadas, e já dura vários milênios. E também perdura por muito tempo a interdependência entre tais ciências. Nós citamos Sartre (1905-1980) anteriormente como uma alternativa pós-moderna do pensamento humano, mas será necessário acrescentar dele ainda, uma brilhante conclusão formulada por seu pensamento existencialista acerca do que ele expressa à projeção infinita na qual os seres humanos se inseriram até mesmo inconscientemente. Sartre disse que "nenhum ponto finito tem qualquer significado a menos que tenha um ponto de referência infinito". Sem que o quisesse, ele mesmo inferiu a existência de alguma coisa infinita, mesmo que seu sistema filosófico  tenha uma índole profundamente ateística, que rejeita uma perspectiva infinita voltada para as coisas próprias da divindade. Outros filósofos e teolólogos compactuam as mesmas ideias, como o próprio Jesus Cristo, para quem o referencial de infinitude está centrado na figura de seu Pai. Outro que também é de mesma opinião, é o filósofo britânico Ludwig Wittgenstein,(1889-1951) para quem, em seu livro, Tractatus Logico-Philosophicus, " o sentido desse mundo deve jazer do lado de fora desse mundo, e que o ser humano nunca teve suficiente perspectiva de dentro desse mundo para construir  e formular uma estrutura eterna de verdade e valor".  E Wittgenstein o disse, apesar de seu pensamento essencialmente lógico-matemático. ( Citado por Arthur W. Lindsey, in Christ and the Bible, page 1, at C.S.Lewis Institute.)   

Monday, November 5, 2018


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 19
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

                O estado de separação e distanciamento criado pela aparência do mal, diante do abandono do bem, certamente trouxe à existência humana na Terra logo após à expulsão do Éden, as incertezas próprias de duas vidas que sentiram o impacto de tal separação para além dos limites paradisíacos. Além disso, a busca por um alento novo dentro do confronto com a nova realidade longe da presença de um Deus pessoal, que se fazia presente, mas que se ausentou em função da aplicação de sua justiça. Mas, que não deixou de fazer promessas e estabelecer leis e alianças que buscavam uma nova aproximação. A partir de então, passou a existir o predomínio de uma nova existência, o confronto entre ser e estar presente diante de Deus, num mundo de carências e limitações. Começa o predomínio de uma nova cosmovisão de mundo e de universo nos moldes do que o existencialismo sartreano mostraria ao mundo alguns milênios depois, em que a confusão do real e a suspeição do divino criaram o vazio de Deus no coração humano, em função da mentira do maligno e a adesão consciente do mal. Deus, no entanto, jamais se ausentou de estar próximo dos seres humanos.  E estabeleceu leis que visavam beneficiar os seres humanos, assegurar-lhes uma projeção para além dos limites supostamente fechados de uma vida meramente terrena, dando-lhes novas opções, novas esperanças. Algumas dessas leis dizem respeito à necessária interdependência entre homem e mulher e à projeção infinita que o “crescei e multiplicai-vos” confere ao sexo e à sexualidade humana. Deus jamais se ausentou de estar junto da humanidade. Aliás, é importante observar que o que mudou realmente nesse relacionamento foi a ideologia humana concernente às coisas divinas, como observamos num comentário apropriado feito por Alister McGrath em seu livro intitulado "WHY GOD WON’T GO AWAY", à página 38/39, quando o autor se refere ao Novo Ateísmo. “(the New Atheism)…generated a global community of individuals who find these authors (here the author refers to the 4 major theorists of the New Atheism) authoritative and inspirational guides to the rational and scientific worldview they believe holds the key to the future of human race.” (“Why God Won’t Go Away”, by Alister McGrath, Thomas Nelson publishers, 2010 USA.) O que tais autores querem, na verdade, é propor uma justificativa secularista a um desvio da consciência humana aos limites maximos da inconsistência.  A necessária interdependência humana se refere ao texto citado em Genesis 3:16b, “Your desire will be for your husband, and he will rule over you” numa evidente alusão de que homem e mulher tornaram-se interdependentes sexualmente, não apenas no que se refere ao texto acima citado, mas também em Genesis 2:18 e 3:13a em que tal interdependencia permitiu a Deus criar a mulher e também provocou nele uma reação de maldição, obrigando Adão a sofrer uma série de medidas restritivas.  Quando Deus fala em Genesis 1:28, “Be fruitful and increase in number; fill the earth and subdue it” ele define uma proposta de projeção infinita, afirmando em uma verdade absoluta que deveria ser aceita originalmente pelos seres humanos em função de sua predisposição genética e hereditária na criação. Tal proposta de dimensões infinitas projeta a criação e assegura a preservação da espécie humana na Terra. Não há limites quando Deus afirma que ambos, homem e mulher deveriam “crescer e multiplicar”, crescer em todos os níveis: intelectual, fisico e espiritualmente, na transformação do real, na criatividade, no relacionamento sexual, e também no relacionamento afetivo, amoroso, entre seres de mesma espécie, mas que certamente inclue a natureza. Multiplicar-se tem a ver com a perpetuação da espécie humana numa dimensão infinita, dentro do relacionamento sexual homem/mulher, conquistando o Universo criado, e atendendo às demandas divinas para a projeção de seu plano infinito relativo ao próprio Universo.  Sexo e Infinito entram em uma rota de colisao e quando se chocam produzem uma explosão de energia vital capaz de romper com o próprio Universo criado por Deus. 

Friday, November 2, 2018


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 18
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo –


                O que faz com que a criação humana adquira consistência real numa dimensão infinita, é permitir que tal criação (e seu criador) estejam conectados naquilo que projeta tal criação para uma dimensão infinita. Isso quer dizer que a criação humana admite primeiro uma roupagem real materializada por características que definem a matéria em si, ao torná-la presente, apenas para buscar atender a uma demanda subjetiva, ou de mercado e marketing pessoal. Em outras palavras  a criação do real pelo engenho humano precisa obedecer às intenções reais do coração voltadas para a consistência do real numa projeção de infinitude. Mas isso não ocorre. Ou seja, o homem quando cria busca apenas a roupagem do imediatismo, do prazer, do aparentemente limitado e inconsistente. E isso ocorre profundamente em relação à própria sexualidade humana. Por exemplo, tenho observado ultimamente que aos investidores individualizados ( traders ) é importante definir seus investimentos baseados numa estratégia de investimento centrada também na sua personalidade. Em outras palavras, o mercado é volátil e tem liquidez apropriada quando os investidores usam de suas emoções para continuar tomando decisões em seus investiementos. Ambição e medo são dois fatores de motivação. Mas o que são tais elementos motivadores (ambição e medo) senão reflexos de uma intimidade subjetivada por desejos de perpetuação de suas intenções de ganho? Se os investidores (traders) pudessem estar certos acerca das tendências diárias do mercado financeiro, em suas oscilações, incertezas e estratégias de ganhos, eles saberiam como investir com segurança. Conhecimento, educação e experiência vão auxiliar numa projeção de sucesso nas decisões de investimento.  Mas o que ocorre quase sempre é que a consistência das decisões do investidor nem sempre são consistentes porque não se baseiam em certezas absolutas. E isso gera incerteza, dúvidas, ambição, mas também gera medo e fracasso. As tendências do mercado são imprevisíveis. No entanto, existe um mover da história, da criação humana (e dos investimentos diários na bolsa de valores) que se baseiam em certezas absolutas ou numa certeza de vitórias constantes. A História, o engenho criativo humano, a Política, a Filosofia, a Teologia, a Economia, os investimentos, se projetam de alguma forma dentro de uma estratégia de tempo, e tal projeção se torna ilimitada dentro do tempo. Em outras palavras, têm uma dimensão infinita. Mas o engenho humano insiste no imediatismo de sua criação. Com relação à sexualidade humana, isso é evidente. Por exemplo, o homossexualismo  busca acima de tudo o imediatismo em suas relações sexuais, além de satisfação pessoal, inconsistência e isso é um fim em si mesmo. Não existem projeções infinitas nas relações homossexuais apesar de os casais homossexuais tentarem buscar uma tentativa de projeções infinitas, ao se proporem criar famílias de forma a projetar uma ideia de tal modelo de “familia” baseado no modelo de família originalmente existente, digamos, conservador. E nisso existe uma grande e paradoxal inconsitência. Tal proposta não se baseia numa verdade original, mas tem raízes numa grande mentira. E isso representa um fim em si mesmo. Quais são as propostas reais de uma relação homossexual além de uma grande inconsistência? Tais propostas não existem. O homossexualismo, o lesbianismo, a pedofilia, o estrupo, etc., são inconsistentes naquilo em que projetam o fim em si mesmos, ao criar um sistema obstruído por seus próprios bloqueios internos.  Criam modelos de perpetuação baseados numa inconsistência cujo objetivo é limitado, e fadado ao fracasso, ao próprio fim, sem propósitos definidos. Por mais que seres envolvidos nesse tipo de relacionamentos, busquem por propostas com dimensões infinitas, elas estão, na verdade, tendentes ao fracasso, à nulidade, a uma futura inexistência.
  

Sunday, October 28, 2018


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 17
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
                Até mesmo o primeiro pecado humano ocorreu sob a influência corruptível da mentira diabólica dentro dos limites ainda não corrompidos do Éden. E isso veio configurar o primeiro grande paradoxo da história humana numa fase embrionária. Prenúncio de que os seres humanos seriam confrontados pela existência diária da mentira como uma espécie de substrato, subrepticiamente atado às suas vidas na Terra, numa espécie de fenômeno arquetípico, ou uma inconsciência coletiva (para usar uma terminologia de K.G. Jung), que sobrevive como um nada aparentemente inexistente mas que subsiste dentro da mente humana como uma real inconsciência. Assim é o escopo da mentira na mente humana. Dessa forma se configurou o domínio da influência satânica dentro dos limites ainda não corrompidos do paraíso, como já dissemos. A tal ponto que a influência maior do primeiro pecado acabou sendo submergir os seres humanos numa devastadora ilusão de que vivemos numa dupla realidade: de um lado a verdade e do outro a mentira, cujo somatório define o que é a realidade humana. E isso transformou o mundo no contínuo jazer do maligno, quando a mentira subsiste aparentemente sensível, mas profundamente sutil, como um nada que é tudo ou como um tudo que é nada. Isso nos leva a considerar a mentira como uma doença da personalidade humana, tão sutil e enigmátia que se aparenta inexistente, mas que permanece como um amalgama entranhado na consciência. Um dos maiores dilemas da alma humana hoje, no que se refere à própria sexualidade, é o de atribuir um caráter de permanente existência da mentira como absolutamente não existente, apesar de estar profundamentre arraigada à consciência humana. E isso gera uma profunda negação da verdade, admitida como realidade utópica, irreal, destituída de substância. “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. (John 8:32)A aplicação desse conceito, tanto no passado, quanto atualmente, define a distinção profunda entre verdade e mentira, subsistindo até o presente momento. A mentira, no entanto, tem substância enquanto centrada na mente diabólica, e a verdade somente subsiste enquanto se torna presente como essência divina. E ambas se mostram distintas à medida que a realidade se descortina a cada segundo. Esse é dos temas centrais da Palavra de Deus, qual seja, dar à mente humana a habilidade de desvendar os mistérios profundos da verdade a tal ponto que, ao ser reconhecida, a verdade liberta o ser humano dos domínios aparentemente indestrutíveis da mentira. É um grande desafio entendê-lo como possibilidade real e muitos simplesmente rejeitam tal possibilidade. A mentira é o grande equívoco permitido pela mente humana desde o pecado original, dentro de seu poder de escolha. Um equívoco que subsiste como realidade aparentemente indestrutível, como afirmamos acima. Ou seja, em outras palavras, a mentira é essencialmente satânica, impregnando a realidade humana, com seus tentáculos na história política de uma nação, na religião, na ciência de modo geral, na filosofia, na formação ideológica da cultura humana, e até mesmo na interpretação que a ciência teológica confere às verdades bíblicas, se tal interpretação não for precedida da libertação conferida pela verdade em si. 

Thursday, October 18, 2018


Sensualismo – idolatria de um sentimento – 16
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

                O diálogo de mentiras que, da parte de Satan, foi deflagrado no Eden contra Eva e Adão, pode ser melhor entendido se observarmos atentamente o que disse Satan para a primeira mulher. Em Genesis 3:4 NIV. ele tenta refutar o que Eva lhe afirma em Genesis 3b. “ And you must not touch it, or you will die”.( E você não pode tocá-lo, ou você morrerá.) Em sua contra-ofensiva dialógica, Satan afirma: “You will not certainly die”!! ( “Você certamente não morrerá”!!) Na sequência do mesmo versículo ele continua: “For God knows that when you eat from it your eyes will be opened, and you will be like God, knowing good and evil.”(“Porque Deus sabe que quando você comer do fruto seus olhos se abrirão, e você será semelhante a Deus, conhecendo o bem e o mal”) Outra grande mentira no discurso de Satan que se apropria do conhecimento de Deus e acaba definindo o que é ser Deus em sua concepção. Apenas conhecer o bem e o mal não nos levou à divindade, mas, pelo contrário, nos levou à desobediência, à iniquidade e à própria morte. Alguma transformação em sua estrutura íntima, em sua espiritualidade, ou nas características de sua aparência física, ( como foi absorver o negativismo da espiritualidade satânica), devem ter realmente ocorrido, como num abrir de olhos, ou de mente, na dimensão do raciocínio, ou na dimensão da mente sensorial já corrompida, a partir do instante em que Eva e Adão comeram do fruto. Isso foi realmente predito por Satan em sua afirmativa. Conhecer o bem e o mal, foi mais do que apenas um conhecimento comparativo e cumulativo ou meramente racionalista. Foi estar submetido aos domínios da mente diabólica e se entregar às limitações e às maldições impostas pela própria morte. Outra mentira, portanto, está na afirmação de que eles, Adão e Eva, seriam iguais a Deuses, se comessem do fruto.  Hoje nós sabemos que o conhecimento humano, em suas investigações racionais e empíricas, pode nos levar a conhecer os prós e contras, o lado positivo e negativo, o lado benigno e maligno de determinadas verdades, sem que por isso nós nos transformamos em deuses. Tal possibilidade não existe se hoje estamos subjugados pelo domínio do pecado.  Mas, essa foi a argumentação mais perssuasiva de Satan, ou seja, trocar uma verdade por uma grande mentira, uma falácia.   No entanto, se originalmente Adão e Eva foram criados para se assemelharem a Deuses, isso pode estar inserido na afirmação do próprio Deus de que ele os teria criado “à sua imagem e semelhança”. Portanto, existe de alguma forma, uma alternativa espiritual para a reversão ao estado de pureza original de imagem e semelhança divina.   Adão e Eva, nesse diálogo no Eden estiveram à mercê de seu mais profundo, essencial e ontológico de todos os diálogos que eles porventura experimentaram ao longo de sua própria vida antes e depois do Éden. Mas nele, Satan mostra toda sua habilidade em perssuadir com mentiras em sua argumentação racional. E continua agindo da mesma forma, com mentiras, pois em Satan não existe verdade. Nesse diálogo, portanto, a mentira prevaleceu como enganosa, perssuadindo e corrompendo a razão humana. Afirmar-se que em Satan não existe verdade, exige uma explicação. SE, sou definido como o pai da mentira, isso significa que eu gero mentiras. Minha condição de filho é composta apenas de mentiras geradas por mim mesmo. Em outras palavras, Satan se torna desde sua origem, o gerador incondiconal de mentiras. É impossível que dele saiam verdades. O conceito original de mentira numa dimensão absoluta foi estabelecido  em Satan, o que o personifica como a identidade própria da mentira. Somente Deus pode deter e gerar verdades, em todos os sentidos, quais sejam verdades finitas, infinitas ou em sua dimensão absoluta. Portanto é preciso entender esta distinção entre Satan como gerador de mentiras e Deus o autor, consumador e fonte de toda verdade.


Thursday, August 23, 2018


SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 15
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

Tal interação proveniente dos tres elementos diversificados ( Deus, Natureza e Maligno ) vai nos permitir entender melhor e nos aprofundar no porquê do comportamento de Cain diante de sua atitude violenta contra seu irmão Abel.  Isso nos permite avaliar melhor as motivações do coração de Cain, que porventura o levaram a agir violentamente contra Abel. Disso podemos inferir que Cain certamente não agiu na direção do crime motivado pelo incitamento provocado por Deus, no sentido de que Deus certamente, não o teria posto nessa condição de criminoso. Em seguida podemos observar que a natureza, tal como a concebemos a partir da criação, em todo o seu explendor e formosura, ainda não contaminada pelos ditames da iniquidade e pelas investidas destruidoras do coração humano, no sentido de sua contaminação e destruição causadas pela ambição, pela corrupção e pela violência ao meio ambiente, ainda não teria pervertido o ambiente natural, a tal ponto de ter gerado sua decadência natural da forma como observamos hoje. A natureza, nos tempos de Cain era, certamente, estável num estado de virgindade quase absoluta ( se avaliarmos a corrupção já existente no coração dos seres humanos ). Resta-nos entender e avaliar se seu comportamento violento teria sido causado pelo Maligno, que em função de sua condição de maligniade absoluta, não teria insuflado no coração do homem Cain, as motivações mais terríveis na direção do crime. Existe um elemento de malignidade causando a corrupção no coração do homem. O livro de Genesis relata que “ a serpente era a mais astuta do que todos os animais selvagens criados por Deus”. ( Gen. 3:1 ) E a serpente criou os argumentos necessários para perssuadir a mente de Eva para que ela viesse a concordar com seus argumentos, em detrimento de uma obediência voluntária à vontade divina. Portanto, a serpente, se torna o personagem sobre quem pesa o ônus da argumentação perssuasiva, pervertendo as intenções originais do coração da mulher na direção da desobediência. O que o Maligno fêz, em sua argumentação perssuasiva, foi inserir no coração dos seres humanos, uma nova visão de mundo, ou seja, uma cosmovisão voltada para a usurpação e corrupção do poder de escolha que passa a existir no instante em que Eva escolhe o caminho da desobediência voluntária. Nesse instante os homens deixam de lado seu livre arbítrio ao asumirem aderir integralmente usurpar-se da sua opção pelo poder de escolha. E nesse sentido, a palavra chave na argumentação do Maligno passa a ser PODER aderir livremente às expectativas de uma nova realidade e poder, até mesmo, "ser semelhantes a Deus". Obviamente tais argumentos foram contrários à vontade divina. Além disso, associada à ideia de poder, a novidade dessa nova visão cosmológica de que tudo seria possível, SE o homem escolhesse servir à argumentação do Maligno e regeitasse as propostas do plano de Deus para a criação. Portanto, Deus e Natureza estão excluídos quando se trata de buscar as razões de perverssão do coração humano. Resta-nos entender melhor de que forma o Maligno agiu, quais são seus argumentos mais perssuasivos, e o que resultou ao coração humano continuar aderindo aos argumentos de malignidade propostos por Satan. Posteriormente veremos como Satan constroi os estágios de sua argumentação, permitindo que o escalonamento do mal, projetasse seu plano na direção do roubo à razão humana, a morte resultante da desobediência, e a proposta de destruição do plano de Deus na direção de tudo que os seres humanos poderiam usufruir se permanecessem fiéis à vontade divina.  

  O BRASIL TEM SOLUÇÃO – 13 - FINAL.   (1)     – O Vaticano não está muito interessado em salvar almas, mas essencialmente em botar as m...