Sunday, November 10, 2019

CORRUPÇÃO DA PALAVRA E A CORRUPÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL – 10
A questão da Idolatria de Imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil.

Para entendermos melhor o que significa a justificativa teológica ao sincretismo religioso proposta pelo catolicismo, precisaremos recorrer às Escrituras para descobrirmos as sutilezas relativas ao desvio epistemológico entronizado pela Teologia Católico Romana. E tal desvio se refere mais profundamente à interpretação do texto bíblico onde são apontadas as nuances referidas à idolatria de imagens e o que ocorreu a partir da formulação das conclusões interpretativas. Ao buscarmos uma análise exegético-hermenêutica do texto, isso significa que o texto por si nos revela os detalhes sutis e mais profundos do que Deus fala aos seus subordinados, homens, mulheres, patriarcas e profetas e a todos os que de alguma forma se envolveram em uma relação dialógica com Deus dentro das Escrituras. O desvio da verdade significa, em última análise, a corrupção da verdade. Em outras palavras, o não entendimento do significado profundo das verdades bíblicas produz um componente irracional humano, que se traduz por corrupção do texto original, ou das verdades originais contidas no texto, como ocorre em qualquer outro nível do conhecimento humano onde verdades e interpretação estão envolvidos. Assim sendo o resultado (ou o “outcome”) das interpretações da mente humana pode gerar uma série de componentes ideológicos irracionais caracterizados por filosofias e ideologias que se superam com o tempo, gerando heresias, ou dogmatismos, como ocorreu com interpretações fundamentalistas, humanísticas ou secularizadas pelas limitações e erros propostos pela mente racional.
À medida que a miscigenação cultural avançava e o número de deidades e santerias se tornava predominante em função do elevado número de escravos no país, o elemento europeu aceitou interagir com os elementos negros e indígenas formando um novo tipo de raça no Brasil, qual seja, mulatos, mamelucos ou mestiços que eram fruto da interação entre brancos e negros, negros e índios, brancos e índios. Não somente se formava uma nova raça no país, mas a interação de culturas criava também a solidificação da religião sincrética no país. O maior resultado de tudo isso, ou o outcome dessa interação, foi que o cristianismo católico permitiu sua própria contaminação sincrética, através de uma adesão pura e simples à tradição religiosa que de alguma forma predominava no Brasil. Religiões ou rituais africanos, religiões e rituais indígenas e o que sobressaia através da religião católico-romana se aglutinaram para formar o sincretismo religioso no Brasil que perdura até hoje. É necessário observarmos que dos 11.2 milhões de escravos negros trazidos da África para o continente americano, incluindo a América do Sul, ilhas do Caribe e outros países ao norte da América do Sul, o maior número aportou no Brasil. Cerca de 400 mil somente foram levados para os Estados Unidos da América e outra parcela para as ilhas do Caribe, como mencionamos, cabendo ao Brasil receber mais de 5 milhões de escravos africanos desde o início do século XVI e até meados do século XIX, tornando o Brasil o país com o maior número de população negra fora do Continente Africano desde então. E apesar de que dados estatísticos apontam o Brasil como o país com maior número de católicos romanos desde o século XVI, entretanto tal realidade hoje é outra. No entanto, a adesão ao sincretismo no país pela doutrina católico romana, depõe significativamente contra a legitimidade de tal doutrina, o que tornou o catolicismo no Brasil vulnerável e ao mesmo tempo contestável como doutrina cristã nos moldes do cristianismo apregoado pela Bíblia Sagrada. Hoje o que vemos no Brasil é um catolicismo fragmentado e sem identidade cristã bíblica própria, o que representa sua corrupção doutrinário-teológica e afundada num programa de idolatrias e indução sincrética cujos objetivos maiores é o de se beneficiar financeiramente e manter garantias ao seu status quo como religião idólatra e comprometida sincreticamente. Tal movimento histórico de fusão sincrética do catolicismo no Brasil, na verdade, se comprometeu a fazer frente ao avanço cristão reformado, que se espalhava no mundo rapidamente a partir da Reforma Protestante, e que sem dúvidas abalou a estrutura do catolicismo no mundo, transformando o Brasil numa alternativa de sustentação ao papado romano e ao cristianismo católico, consolidando o status quo do catolicismo como religião sincrética e essencialmente idolátrica.

Monday, November 4, 2019

CORRUPÇÃO DA PALAVRA E A CORRUPÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL – 9
A questão da Idolatria de Imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil.

A fusão de elementos tradicionais de religiões africanas (trazidas ao Brasil logo no início do período do escravagismo) e das imagens de santos e santas da fé católica, já existentes no país e introduzidas pelo catolicismo romano a partir do elemento Português, dá origem ao sincretismo religioso no Brasil. Desta forma passam a existir nas áreas onde o elemento negro predominava (notadamente em regiões do nordeste e ao sudeste do país, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, dentre outros) a definição de entidades ou deidades africanas, com as imagens de santos e santas já introduzidas pelo catolicismo, logo após ao período que se sucede ao descobrimento e colonização do país. Tal fusão ( que não pode deixar de incluir o elemento indígena, ou aborígene, no país) representou uma característica singular, a partir do instante em que entram em colisão dois elementos distintos: de um lado os elementos tradicionais de religiões africanas se fundem aos elementos imaginários da religião católica, numa relação simbiótica, mas com uma sutil distinção entre ambas, qual seja, enquanto as deidades africanas eram associadas mais profundamente às tradições vivas destituídas de uma tradição teológica de fé, ou ainda melhor, de um sistema teológico estabelecido sistematicamente, a religião católica introduziu no país a idolatria aos ícones já existentes, porém, ligados e justificados por um suporte teológico e doutrinário, que dava sustentação à idolatria e a tal fusão. Não é de se estranhar que os católicos sempre procuraram justificar sua idolatria por meio de argumentos doutrinários supostamente encontrados nas páginas das Escrituras. Desta forma, existe até mesmo a identidade própria de diferentes deidades que procura definir que tipo de “deus” representa seu equivalente ao “santo” nos dois sistemas de crenças religiosas. E a partir dessa definição de identidades foi-se formando o sincretismo religioso brasileiro, que de alguma forma fundiu elementos comuns às duas religiões, como ocorre com a MACUMBA no Brasil, que é na verdade um ritual religioso Afro-Brasileiro, um dos maiores exemplos de tal fusão, ao reunir elementos retirados do Espiritismo Brasileiro, de religiões africanas, de tradições religiosas Católico-Romanas, de tradições indígenas, e até mesmo de alguma tradição cultural europeia, além da italiana, se observarmos que Portugal levou também para o Brasil alguma tradição cultural e religiosa. É importante observarmos que hoje, o sincretismo religioso tem no país uma abrangência maior e se estendeu para além da própria fusão de deidades religiosas. De acordo com dados estatísticos do Censo Brasileiro de 2010, cerca de 5.2% da população do Brasil são seguidores de outras religiões às quais incluímos os Espíritas, ou Kardecistas, os Umbandistas, Candomblecistas, e outras, mas o número de Umbandistas e Candomblecistas pode ser ainda maior, além dos dados apontados no Censo de 2010, pois muitos candomblecistas e umbandistas se declaram sincreticamente “católicos”.

Tuesday, October 22, 2019

CORRUPÇÃO DA PALAVRA E A CORRUPÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL – 8
A questão da Idolatria de Imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil.

O problema da idolatria no Brasil tem ainda outros sérios agravantes. Quais sejam, ele está enraizado na mente e na tradição religioso/cultural do brasileiro de índole simples e de formação cultural/intelectual extremamente debilitada. ( Objetivamente, tal foi a proposta político-partidária da herança cultural mantida como imutável pelos partidos de índole socialista no poder, no país, desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores - PT, que não deu ênfase à formação cultural do brasileiro, mas preferiu manter o status quo dentro das universidades brasileiras, através das ideologias marxistas que se solidificavam já a algum tempo, não dando ênfase também a uma educação cultural de mais alto nível, preferindo que o grosso da população se esmerasse numa linguagem inadequada e de baixo nível, para que assim, as propostas populistas e políticas do partido fossem mantidas e não contestadas intelectualmente. Como disse um socialista de renome chamado Adolf Hitler, “What good fortune for government that men do not think.” Portanto, manter a formação intelectual de baixo nível na mente do brasileiro foi, sem dúvida, uma proposta visceral da plataforma político/social do governo sob o comando do PT.) Não queremos dizer com isso que somente o cerne da intelectualidade brasileira, sabe distinguir os limites e diferenças existentes entre idolatria, sincretismo religioso, por um lado, e moral cristã evangélica e discernimento político, por outro. E nesse ponto cremos que é preciso discernir teologicamente o que a Bíblia Sagrada fala a respeito do assunto, dentro do contexto social, quando se trata de avaliar a questão da má formação cultural e religiosa do brasileiro de modo geral. No entanto, quando se fala em Bíblia Sagrada no país, a grande maioria da população de tradição católica, trata do assunto de modo discriminatorio, como somente dentro do âmbito do tema da tradição “evangélico-protestante” não sabendo sequer discernir uma abrangência maior voltada, por exemplo, para uma busca pelas verdades contidas na Bíblia sobre o assunto da idolatria e do sincretismo. O objetivo maior desse contexto é apenas o de discriminar as igrejas evangélicas no Brasil, rechaçando o que há de propostas teológicas de discernimento e verdade. De modo geral, tal discriminação e crítica contra o evangelismo no Brasil, além de seletiva e exclusivista, não admite sequer uma análise exegética do conteúdo bíblico nas línguas originais ao texto sagrado. Na verdade, a Igreja Católica não admite averiguar o conteúdo teológico dos textos originais, pois isso seria admitir e endossar as propostas estabelecidas pela Reforma Protestante do século XVI. A bem da verdade a Igreja Romana rejeita sistematicamente toda proposta que venha conferir ênfase e importância sobre um estudo e debate ao texto original bíblico, em suas variantes textuais e em sem conteúdo exegético-hermenêutico, porque nós cremos que ela sabe de antemão que a Bíblia Sagrada simplesmente ABOMINA como anátema a idolatria de imagens. No entanto, a Igreja Romana prefere se manter na unilateralidade. Através da Contra-Reforma, e através dos Sínodos Romanos posteriores à Reforma, a Igreja de Roma criou uma séria aversão aos textos teológicos reformistas, uma contra proposta à Teologia protestante, o que se tornou um agravante discriminatório e produziu um amálgama ideológico, e não essencialmente teológico, contra o protesto veemente lançado pela igreja cristã reformista. Através de mecanismos criados pela cúpula da igreja romana, como a Inquisição, os reformistas se viram ameaçados pelos católicos romanos, que viram nessa contra-ofensiva um ideal de preservação das propostas secularizantes do papado e a preservação dos interesses da soberania política e materialista mantidos pela igreja romana. Portanto, a idolatria em países como o Brasil, serve aos interesses econômico-financeiros da igreja de Roma, o que permite a geração de divisas e a manutenção do status quo preservado através dos séculos, e a manutenção de uma soberania baseada essencialmente em objetivos pré-estabelecidos, voltados acima de tudo por interesses em preservar o poder temporal de uma igreja secularizada baseada em critérios de perpetualização de uma doutrina basicamente eclesiástica, centrada na autoridade papal, e na soberania da igreja, e não somente na Bíblia Sagrada, como Palavra final de Jesus Cristo. Nós veremos posteriormente, o que as “duas Bíblias”, tanto a católica quanto a protestante nos dizem acerca de textos bíblicos que se referem à idolatria de imagens, bem como à adoração a Maria, e o que existe de distintivo e verdadeiro, objetivando um estudo exegético/hermenêutico a uma controvérsia que perdura por mais de cinco séculos , e que tem lançado separatismo, divergências teológicas, dogmatismos e heresias que, sem dúvida, criaram dilemas sérios a países inteiros, como ocorre à idolatria de imagens no Brasil.

Tuesday, October 8, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 55
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
Por uma total deliberação de suas consciências certos indivíduos entram livremente numa relação homossexual sem entender profundamente as implicações causadas por tais atitudes deliberadas, ou seja, as razões profundas em suas mentes e corações que as impulsione ao homossexualismo/lesbianismo. Razões de todo apresentadas em páginas anteriores desse estudo. Tal resposta tem como influência o pensamento autônomo/existencialista, que movem pessoas a tais atitudes e as transformam em vítimas da incerteza, da falácia do pensamento autônomo e da influência do secularismo neoliberal, que lança a mente humana em incertezas e hipóteses improváveis. Na verdade torna-se necessário uma interação de conceitos e ideologias para que possamos entender mais profunda e racionalmente as tendências ideológicas de nosso tempo. Assim sendo secularismo e humanismo se aglomeraram para formar uma tendência ideológica em nosso tempo, dentre as outras ideologias humanísticas que logram fomentar um desfecho pseudo aglomerante e perturbador na mente humana, qual seja, o próprio humanismo secular, que vem aglutinar ideologias e confundir conceitos e criar fenômenos ideológicos em nosso milieu sócio-político/cultural, que na verdade misturam ateísmo, secularismo, fundamentalismo ético e politico-religioso, como se eles próprios, os humanistas seculares estivessem à procura de sua própria definição existencial, como organismo sócio-politico, sendo na verdade uma organização carente de definição pessoal, sem objetivos e visões de seu próprio desfecho histórico, mantendo-se longe das propostas aglutinadoras da Bíblia Sagrada. Tais indecisões criam incertezas, autonomia ideológica ou o que os define comumente dentro de um distúrbio neoconservador ou neoliberal, na direção de uma oposição intransigente ao pensamento cristão conservador. Mas, as propostas oferecidas pelos humanistas seculares são na verdade essencialmente pró-ateísmo, pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-neoliberalismo caótico, e aí reside a raiz do mais profundo de todos os problemas. Tudo isso não passa de manifestação da mente pseudo-liberal, em busca de definição dos próprios dilemas existências na rejeição do que significa a proposta transformadora do Evangelho de Jesus Cristo. Existe de fato solução ao existencialismo e à incerteza humana criada pelo humanismo secular, fora do contexto da espiritualidade cristã? Não existe, absolutamente, e o que os impede de aderir a tal verdade é apenas uma índole autônoma (que na verdade desregulou o desfecho da espiritualidade humana) e humanista, neoliberal e profundamente secularizada. Nisso se define a tendência de nosso contexto histórico, social e politico-cientifico, qual seja, a de criar uma profunda dicotomia de índole separatista entre o estado de direito e a consciência cristã, que lança não somente a mente humana mas também o desfecho de nossa história em um profundo caos moral e político existencial sem precedentes.

Saturday, October 5, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 54
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

Não existe energia que não seja gerada por uma fonte absoluta de energia e aí reside a falácia do pensamento relativista, negar o absoluto, e não permitir que percebamos que toda energia positiva e negativa tem um componente absoluto associado à sua finitude, ou seja, são criadas para se perpetuarem no universo, a não ser que estejam associadas a uma fonte absoluta de energia. O mesmo pensamento está ligado ao nosso sol, que somente pode se perpetuar como energia absoluta se estiver ligado à fonte absoluta de energia. Desta forma, tem-se por evidente, que se a luz que conhecemos vem essencialmente e primariamente do sol, cuja luz está fadada à extinção, isso nos permite inferir que uma vez que a energia que emana do sol, em forma de luz, será extinta, porque o sol por si mesmo, está se esgotando como fonte de energia e luz, à sua total extinção, a luz que emana do sol certamente define sua própria relatividade em relação à energia solar, e que, portanto, será também necessariamente extinta. A não ser que uma forma de energia absoluta possa intervir e interromper seu processo de extinção. Portanto, que infinitude poderemos inferir de uma relatividade ligada a componentes relativos e supostamente infinitos fadados à extinção, se a luz que compõe nossa teoria da relatividade é composta de elementos finitos e fadados à extinção? Isso, sem dúvida, define sua própria relatividade e vulnerabilidade como fonte eterna de energia. Aliás, ninguém até hoje afirmou que a luz que emana do sol seja infinita, ou tenha um vetor de finitude eterna. Da mesma forma, quando afirmamos que os seres humanos têm potencialmente poder para encher o universo, nós asseguramos que a energia de criação que emana dos seres humanos é potencialmente mais poderosa que a luz que emana do sol, ou do que o próprio sol ele mesmo. Desta forma, teremos necessariamente que admitir que uma fonte de energia absoluta, que originalmente definiu e determinou que os seres humanos crescerão e se multiplicarão indefinidamente, teremos que admitir da mesma forma, que não existe limites para a infinitude da criação humana em direção à sua expansão e perpetuação no universo criado. Desta forma, somos coniventes em afirmar que homem e mulher foram realmente criados para superar sua relatividade e sua própria e suposta finitude, da forma como a ciência afirma, e conceber que existe de fato um elemento de infinitude eterna ( o que seria uma redundância afirmar ) maior e infinitamente superior à própria existência de astros e estrelas de aparente infinitude e dimensões supostamente eternas. Isso também nos permite afirmar que a dimensão do relacionamento homossexual entre homem/homem e mulher/mulher, não passa de uma falácia ligada à sua própria extinção. E que o tamanho de astros e estrelas de extrema grandeza, não passa de uma mera grandeza se comparada à dimensão e projeção infinitas da criação humana, gerada a partir do amor entre homem e mulher, o que gera a ideia absolutamente poderosa da força do amor entre homem e mulher que produzirão, através de sua semente, sua projeção infinita e de extraordinária força dentro do próprio universo criado. Portanto, somente a criação humana fruto do amor entre homem e mulher, é capaz de superar o que há de aparentemente infinito no universo. E como afirmamos anteriormente, criar, gerar seres humanos, ou a geração de outro ser humano através do amor entre homem e mulher, sexualmente ativos, nos identifica com “alguma coisa” numa dimensão divina. Os homens ( homem e mulher ) podem criar e se perpetuar no universo e isso soa como divino. ( conferir “Sensualismo – Idolatria de um Sentimento – 30” ).

Tuesday, September 17, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 53
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.

Fomos buscar em F. Nietzsche, em sua teoria da consciência, um melhor entendimento e definição do que vem a ser consciência humana. Em seu livro “The Gay Science”, cujo subtítulo é “The Joyful Wisdom”, publicado em 1882, como era de se esperar não foi escrito para os gays, mas o autor quis declarar as intenções de encorajamento das liberdades intelectuais. No livro o autor afirma que tudo o que se refere à consciência humana é falsificado. Em outras palavras, Nietzsche afirma que “tudo que se torna consciente envolve uma grande e total corrupção, falsificação, redução a superficialidades, e generalizações”. O que include também uma série de teorias da conspiração. (quoted from “Nietzsche’s Theory of Mind: Consciousness and Conceptualization”, in Paul Katsafanas, 2005). É evidente que o conceito de consciência hoje se tornou profundamente humanístico, a tal ponto de nos permitir concluir que o homem é apenas homem dentro do Universo, mas destituído de projeções infinitas e desconectado dos Conceitos Universais. A propósito das projeções infinitas da consciência humana, percebe-se hoje claramente uma profunda dicotomia entre ciência, espiritualidade e secularismo, na qual existe uma íntima obsessão da mente humana pelo espaço, pelo fascínio direcionado às coisas siderais, e por outro lado, uma intenção clara e imediata de se voltar ao humanismo como forma de se estabelecer a cultura humana dentro de limites relativistas e humanísticos, destituídos de espiritualidade. A absorção das dimensões do tempo e do século, como umas das únicas alternativas para o existencialismo humano, permitindo à consciência humana estabelecer critérios e padrões de comportamento que possam moldar respostas e direcionamentos existenciais. E tal proposta relativiza as alternativas dimensionais da cultura humana, a um nível meramente sensual, cerebral, materialístico, voltado para o entorno da mente humana dentro dos diversos padrões ou formas de sistemas criados pelo próprio homem. E isso inclui um relativismo relacional entre homem/espaço, entre homem/cultura, homem/poder econômico, e entre homem/homem em suas várias modalidades ou formas de projeções intelectuais, ou seja, competitividade, relacionamentos, criatividade, emoções e sentimentos hedonísticos, sexualidade, intelectualismo, espiritualidade e empirismo científico. E semelhante relativismo relacional também inclui outras formas de manifestação, quais sejam, o relativismo científico, que subestima o homem não científico, ao se declarar potencialmente um “quase Deus” em seus progressos e descobertas científicas. São doenças relativas de nosso próprio milieu sócio-cultural e científico, que além de criarem dilemas à consciência humana (corrupção, falsificação, superficialismos e generalizações) permite que ela creia que a eternidade, por exemplo, pode ser obtida por meio de recursos financeiros ou através de pesquisas científicas. O homem pretende ser comparado a Deus da mesma forma como Lúcifer tencionou ser semelhante a Deus. Mas o que caracteriza tal visão científica é a ideia relativizada de que o ser humano, através da ciência, assume tal comparação dentro dos limites de sua própria relatividade, o que o torna falsamente consciente, relativizado, sensual e racionalmente limitado. Isso criou também uma falácia, qual seja, a de acharmos que a ciência tem a solução para todos os problemas existenciais humanos e que ela, portanto, saberá ditar as regras para a conduta moral e existencial humana em todos os demais níveis. Tal nos permite crer que nosso relativismo empírico/científico vai muito além do que nós podemos imaginar. No entanto, a fraqueza racional da consciência humana nas idades moderna e pós-moderna, é limitada (toda a fraqueza é limitada), relativista e empírica, chegando mesmo a ignorar ou desconhecer o que Deus realmente é em sua essência e poder. Se o homem pode relativizar seu relacionamento com o eterno, ele certamente saberá relativizar suas relações consigo mesmo. E isso cria um precedente, qual seja, tornar possível a interação multirelacional entre homem e homem, mulher e mulher, homem e espaço, homem/espiritualidade e homem/empirismo científico.

Sunday, September 1, 2019

SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 52
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Esse é o maior de todos os problemas humanos: a falta de amor proveniente da visceral e profunda insegurança intima vivida por cada um de nós. O homossexualismo/lesbianismo está tomando conta dos palanques de nossa sociedade, ao custo da falta de amor entre homens e mulheres que não tiveram tempo, ou intensão de amar, ou exprimir paixão mútua um pelo outro enquanto estavam casados, ou até mesmo antes do casamento. Se não nos nutrimos de amor, não pode existir amor que transforma o Universo. A insegurança humana gerada pela ausência do amor de Deus no coração humano, tenta se identificar com tal amor, mas o sente distante, porque o busca em seus próprios termos. E tal perspectiva humanística afugenta o amor de Deus. Os casais não recarregam mais suas baterias de afetividade e amor com o alimento próprio do amor que é o Amor de Deus. A energia do amor de Deus que alimenta a energia de nosso amor. A partir desse distanciamento que afasta o coração humano do coração de Deus, começa o humanismo humano, a vida sendo relegada ao existencialismo, ao humanismo, ao secularismo, ao nihilism, ao ateísmo. Nós queremos estar no chão, plantados na Terra, metidos com o mundanismo, mas não entendemos o que é ser abertos para o Universo, para a eternidade. Pelo contrário, nós queremos e buscamos misturar tudo: sermos do século, e ao mesmo tempo sermos do Universo; sermos de Deus, e ao mesmo tempo sermos do tempo, do limitado, do temporal e efêmero, e do mal. Isso é o que a mente humana perde essencialmente com a presença do mal, do pecado, da energia negativa em nossas vidas. O amor se esvai dando lugar ao vazio do amor. Há uma passagem bíblica que diz isso quando se refere a um lugar limpo e vazio, que se não for preenchido pelo amor de Deus, torna-se morada potencial para o mal. ( Lucas 11:26 ). Nós atraímos energia negativa facilmente, quando nos afastamos do amor de Deus, a fonte de toda energia positiva, toda a energia transformadora, não somente da Terra, mas de todo o Universo. Na verdade o mal não existe a não ser que seja gerado pelo mal humano, a partir de uma energia negativa que também tem poder para transformar a realidade. O que significa dizer que o mal se transfere para fora do agente gerador do mal e se consolida, gerando uma coisa ruim, algo de fama ruim ou de consequências ruins, proveniente do afã em produzir sua própria expansão. Escrevendo em seu livro "The Gay Science" o filosofo alemao F. Nietzsche diz que "se alguma coisa é perigosa, ela certamente fará alguma coisa", referindo-se à consciência humana. Ninguém esperava que Cain matasse Abel, mas de repente tal crime nos surpreende e nos deixa na expectativa de entendê-lo em suas motivações mais profundas. O mal foi gerado com força total, objetivando aquilo que mais o agrada, ou seja, destruir a vida. E todo mal quer se projetar como forte, como destrutivo e indestrutível, como altamente poderoso. O bem, necessariamente, não precisa se expandir como bem, mas como a energia eterna e positiva do amor. Amor entre marido e mulher, entre pais e filhos, amor dentre os membros da mesma igreja, da mesma sociedade e nação. A Bíblia nos diz que o bem viverá eternamente mas o mal perecerá num lago de fogo. Tal é o paradoxo entre o Eterno e a Realidade em que vivemos fadada à extinção. Hoje em dia se fala muito sobre destruição do planeta, extinção de espécies, e extinção da raça humana. Mas toda essa tragédia está sendo prognosticada, gerada e alimentada pelo mal que existe no planeta, sendo gerado a cada instante, a cada segundo de nossa vida como seres humanos. O mal em todas as suas formas: mal camuflado, mal aparente, mal do coração e mal da mente. Não existe bem algum que esteja por detrás de qualquer extinção. O bem gerado pelo bem e que se nutre no Bem Supremo, não pode gerar o mal. No entanto, existe uma força estranha, manipulando o poder, e fomentando o mal sobre a face do planeta. Tal força se chama pecado humano, que se consolida formando uma base solida de malignidade, ou de energia negativa, associada à sua própria expansão e às intenções imperialistas de Satan.

  O BRASIL TEM SOLUÇÃO – 2   A questão envolvendo a Idolatria de imagens passa desapercebida pela grande maioria dos analistas teológic...