SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 45
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Normalmente nós valorizamos nossos projetos de vida, nossos filhos, nossas propriedades e também valorizamos nossos diplomas, nosso profissionalismo, nosso dinheiro e tudo o que se refere a ele, nosso 401K, nossos planos de aposentadoria, nosso fundo de pensão, nossas contas bancárias, nossos investimentos no mercado financeiro, nossos animais de estimação, e acima de tudo valorizamos a nós mesmos. Mas o que há de tão errado com uma gravidez de mulher que gera inocentes supostamente indefesos mas que nos obriga a praticar o aborto dentro de conclusões “racionais” que a própria razão desconhece? Por causa de nossa hipocrisia, egoísmo e irracionalismo doentio, nós deliberamos nosso julgamento contra um feto humano que ignora inteiramente porque está sendo morto antes mesmo de nascer. Quantos abortos são praticados anualmente no mundo? Milhões, milhões e milhões de seres humanos VIVOS são trucidados a cada ano por conta de nossa índole criminosa, iníqua e egocêntrica. Como resultado, nós valorizamos coisas materiais e desprezamos alguém que poderia ser chamado de filho ou irmão. Tal foi a origem do primeiro crime perpetrado pela humanidade. Podemos fazer uma analogia bem próxima aos atos vazios praticados por homossexuais e lésbicas quando cada um per si se envolve em relações homossexuais. Nós o fazemos por puro egoísmo, por pura satisfação pessoal, por mero hedonismo até que acabamos por ignorar uma VIDA humana a mais no planeta. Não podemos ignorar nem praticar uma intolerância absoluta contra as pseudo famílias organizadas por casais homossexuais, que poderia absorver a geração de crianças com destino supostamente abortivo. Mas, mesmo tal precedente criaria um sério dilema social. Nesse sentido nossa geração perverte o sentido absoluto da palavra AMOR, que se transforma a cada minuto num conceito corrompido e vazio. O vazio absoluto significa a negação da vida eterna. Isso é o que todos nós queremos, o que a ciência empírica busca sofregamente descobrir e o que nossas mentes radicalizadas negam profundamente. Nossa mente e nosso coração deveriam se perguntar todos os dias, por que motivos negamos que devamos viver eternamente num Universo tão cheio de espaços a serem ocupados? Imagine o tempo de nossas vidas no planeta Terra (60, 80 ou 100 anos) em relação à dimensão infinita do Universo! Na verdade, negar a vida significa negar o infinito. E endossar uma relação que inspira o vazio, o nada e nega a perenização da geração de seres que suportam a vida no planeta, é endossar a morte de indefesos bebês. Por mero irracionalismo. Essas são, no entanto, meras analogias, alguém dirá. Desde que o homossexualismo/lesbianismo é anterior ao aborto, podemos concluir que o aborto segue a tendência do coração humano de simplesmente negar os frutos do amor entre homem e mulher radicalizando o totalitarismo autônomo da mente pecaminosa. Os objetivos divinos são mais audaciosos, ao criar o projeto de eternização da vida humana de alguma forma, contrariamente à limitada dimensão de nossa vida efêmera, para que nossa existência limitada supere em muito a dimensão ilimitada do Universo, dando-nos tempo bastante para conhecê-lo, desfrutá-lo e conquistá-lo definitivamente. Nesse sentido a evidência científica pode pensar mais realisticamente nos profundos benefícios de uma vida eterna, ao buscar a complementação de seus projetos científicos, na demanda por seus projetos científicos a longo prazo. E isso certamente vai exigir a cada dia que nossos homens do espaço se aproximem mais e mais de uma vida prolongada na Terra, para que haja uma compensação efetiva em sua vida no espaço. O que diríamos sobre a escassez de nascimentos num planeta que se expande a cada momento em suas conquistas espaciais? Se não fosse assim, toda a humanidade deveria passar por um treinamento médico/científico voltado para a “eternização” de suas vidas para que ela própria suprisse a demanda de homens e mulheres aptos a conquistarem novos horizontes Universo adentro. Ledo engano é pensar que a redução da população mundial seria a resposta para a expansão de nossas fronteiras nos céus aqui, agora e para todo o sempre.
Tuesday, June 11, 2019
Wednesday, June 5, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 44
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
De qualquer forma não estamos aqui para julgar ou condenar os homossexuais e as lésbicas mas para declarar solenemente que eles precisam receber e recuperar a dose mínima necessária de amor para que sua sexualidade distintiva e original possa desabrochar. E que tal distinção possa caracterizar o homem como homem e a mulher como mulher. Eles são apenas vítimas da falta de amor de alguma forma exteriorizada por seus pais, como já pudemos analisar. E esse amor tem uma profunda característica: o amor dos pais precisa contaminar seu amor nos filhos para que eles o recebam e se estimulem sexualmente. Como isso de fato não ocorreu ainda, a sensibilidade da sexualidade humana determina o aparecimento de algumas anomalias sexuais ou podemos definí-las também como patologias da sexualidade humana que passam a coexistir dentro do subconsciente humano como profundas memórias do passado vindas à tona em forma de pequenas taras ou fixações no comportamento sexual, exteriorizadas como minúsculos traumas da sexualidade que se manifestam esporadicamente no ato sexual, quando dois sexos de mesma característica ou gênero interagem entre si. Neste sentido pode existir uma interação em que um dos parceiros tende a mascarar sua identidade sexual, por uma questão de substituição de sua sexualidade. Tal manifestação pode ocorrer como advinda de um mundo secreto e íntimo. Por exemplo, um dos parceiros manifesta o desejo de solicitar uma determinada carícia por parte do outro parceiro, ou ter uma sutil e inesperada reação que significa um recado do que se passa em sua alma naquele exato momento, ou ele se revela espontaneamente. E isso manifesta uma profunda carência afetiva por parte de um dos parceiros. Um trauma do passado até mesmo sutil, e isso se manifesta também pelo desejo de expressão da sexualidade em face desta carência. Porque o que é exteriorizado, representa o que há de memória do passado no subconsciente. No entanto existe uma obstrução íntima e muito profunda em tudo isso, e em muitos casos, uma obstrução voltada para a negação de tal sexualidade patológica, pois em seu íntimo tais indivíduos negam que eles sejam inteiramente homossexuais ou lésbicas, por alguns momentos em seu íntimo, por alguns milésimos de segundo em sua memória, que no entanto os incitam a prosseguir em sua sexualidade, em função de uma culpa psicogenética já preexistente. Nesse instante percebe-se que existe a possibilidade da reversão desse processo, ou a conversão desse processo patológico em uma vida de normalidade. Isso quase sempre se manifesta durante ou após o ato sexual quando um dos parceiros, ou ambos, querem mascarar ou negar sua identidade sexual patológica, como ocorre normalmente em toda situação de pecado onde há a manifestação de um profundo sentimento de culpa. O sentimento de culpa se manifesta como uma tentativa da consciência tentando reverter o quadro pecaminoso por uma condição original de não-pecado. Nos casos em que não existe esse sentimento de mascaramento da sexualidade patológica, ocorre o fenômeno da perversão (ou depravação) total da sexualidade em que um dos parceiros assume inteiramente sua condição patológica de identidade sexual como “mulher” (entre os homens) ou de “homem” (no caso das mulheres), assumindo totalmente a liberalização de sua identidade sexual já num estágio de avançada perversão sexual. Isso ocorre em função da sexualidade patológica advinda da carência ou ausência do amor transmitida anteriormente pelos pais. Nesse sentido, mesmo atuando entre si como sexos idênticos, haverá sempre aquele que se identifica como mulher (entre os homens) ou como homem (entre as mulheres) e isso quer dizer que a sexualidade distintiva de homem e mulher não deixou de existir como herança de sua hereditariedade sexual e de sua sexualidade adquirida ainda no ventre materno, apesar de estar já corrompida. Através de algumas carências manifestas se revelam outras carências íntimas. O que existe hoje de modo generalizado, é um profundo sentimento secularizado, em que ambos os agentes ativos nessa relação se lançam deliberadamente, sem distinguir valores morais e éticos em sua conduta existencial, extrapolando todo e qualquer comportamento normativo, ou seja, vivendo como pessoas livres mas usando de sua liberdade para encobrir o mal, (Cf 1 Peter 2:16), criando comportamentos depravados e irracionais, pois não conseguem distinguir, em função dessa irracionalidade sexual, o que representa o amor sexual entre homem e mulher, e o pseudo amor depravado entre “casais” homossexuais ou de lésbicas. Em última análise tal comportamento representa o exagero do humanismo numa relação sexual patológica, em que os parceiros resolvem assumir sua sexualidade autonomamente, cujas consequências são fatalmente terríveis para “casais” (ou parceiros depravados) nessa condição, ao preferirem assumir o curso normal da sexualidade patológica, rumo à própria extinção. Uma das consequências dessa irracionalidade sexual, que produz um relacionamento patológico, é a absorção do fenômeno familiar patológico, em que parceiros de mesmo sexo assumem formar pseudo famílias, ao adotarem crianças como filhos ilegítimos numa relação também ilegítima, ou seja, fora dos padrões originais estabelecidos e criados por Deus desde o princípio. .
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
De qualquer forma não estamos aqui para julgar ou condenar os homossexuais e as lésbicas mas para declarar solenemente que eles precisam receber e recuperar a dose mínima necessária de amor para que sua sexualidade distintiva e original possa desabrochar. E que tal distinção possa caracterizar o homem como homem e a mulher como mulher. Eles são apenas vítimas da falta de amor de alguma forma exteriorizada por seus pais, como já pudemos analisar. E esse amor tem uma profunda característica: o amor dos pais precisa contaminar seu amor nos filhos para que eles o recebam e se estimulem sexualmente. Como isso de fato não ocorreu ainda, a sensibilidade da sexualidade humana determina o aparecimento de algumas anomalias sexuais ou podemos definí-las também como patologias da sexualidade humana que passam a coexistir dentro do subconsciente humano como profundas memórias do passado vindas à tona em forma de pequenas taras ou fixações no comportamento sexual, exteriorizadas como minúsculos traumas da sexualidade que se manifestam esporadicamente no ato sexual, quando dois sexos de mesma característica ou gênero interagem entre si. Neste sentido pode existir uma interação em que um dos parceiros tende a mascarar sua identidade sexual, por uma questão de substituição de sua sexualidade. Tal manifestação pode ocorrer como advinda de um mundo secreto e íntimo. Por exemplo, um dos parceiros manifesta o desejo de solicitar uma determinada carícia por parte do outro parceiro, ou ter uma sutil e inesperada reação que significa um recado do que se passa em sua alma naquele exato momento, ou ele se revela espontaneamente. E isso manifesta uma profunda carência afetiva por parte de um dos parceiros. Um trauma do passado até mesmo sutil, e isso se manifesta também pelo desejo de expressão da sexualidade em face desta carência. Porque o que é exteriorizado, representa o que há de memória do passado no subconsciente. No entanto existe uma obstrução íntima e muito profunda em tudo isso, e em muitos casos, uma obstrução voltada para a negação de tal sexualidade patológica, pois em seu íntimo tais indivíduos negam que eles sejam inteiramente homossexuais ou lésbicas, por alguns momentos em seu íntimo, por alguns milésimos de segundo em sua memória, que no entanto os incitam a prosseguir em sua sexualidade, em função de uma culpa psicogenética já preexistente. Nesse instante percebe-se que existe a possibilidade da reversão desse processo, ou a conversão desse processo patológico em uma vida de normalidade. Isso quase sempre se manifesta durante ou após o ato sexual quando um dos parceiros, ou ambos, querem mascarar ou negar sua identidade sexual patológica, como ocorre normalmente em toda situação de pecado onde há a manifestação de um profundo sentimento de culpa. O sentimento de culpa se manifesta como uma tentativa da consciência tentando reverter o quadro pecaminoso por uma condição original de não-pecado. Nos casos em que não existe esse sentimento de mascaramento da sexualidade patológica, ocorre o fenômeno da perversão (ou depravação) total da sexualidade em que um dos parceiros assume inteiramente sua condição patológica de identidade sexual como “mulher” (entre os homens) ou de “homem” (no caso das mulheres), assumindo totalmente a liberalização de sua identidade sexual já num estágio de avançada perversão sexual. Isso ocorre em função da sexualidade patológica advinda da carência ou ausência do amor transmitida anteriormente pelos pais. Nesse sentido, mesmo atuando entre si como sexos idênticos, haverá sempre aquele que se identifica como mulher (entre os homens) ou como homem (entre as mulheres) e isso quer dizer que a sexualidade distintiva de homem e mulher não deixou de existir como herança de sua hereditariedade sexual e de sua sexualidade adquirida ainda no ventre materno, apesar de estar já corrompida. Através de algumas carências manifestas se revelam outras carências íntimas. O que existe hoje de modo generalizado, é um profundo sentimento secularizado, em que ambos os agentes ativos nessa relação se lançam deliberadamente, sem distinguir valores morais e éticos em sua conduta existencial, extrapolando todo e qualquer comportamento normativo, ou seja, vivendo como pessoas livres mas usando de sua liberdade para encobrir o mal, (Cf 1 Peter 2:16), criando comportamentos depravados e irracionais, pois não conseguem distinguir, em função dessa irracionalidade sexual, o que representa o amor sexual entre homem e mulher, e o pseudo amor depravado entre “casais” homossexuais ou de lésbicas. Em última análise tal comportamento representa o exagero do humanismo numa relação sexual patológica, em que os parceiros resolvem assumir sua sexualidade autonomamente, cujas consequências são fatalmente terríveis para “casais” (ou parceiros depravados) nessa condição, ao preferirem assumir o curso normal da sexualidade patológica, rumo à própria extinção. Uma das consequências dessa irracionalidade sexual, que produz um relacionamento patológico, é a absorção do fenômeno familiar patológico, em que parceiros de mesmo sexo assumem formar pseudo famílias, ao adotarem crianças como filhos ilegítimos numa relação também ilegítima, ou seja, fora dos padrões originais estabelecidos e criados por Deus desde o princípio. .
Wednesday, May 8, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 43
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Na verdade não é bom que se tomem decisões sobre a pressão imposta pela insegurança. Grandes homens de negócio sabem disso, assim como aqueles cujas decisões são imprescindíveis. Bem sabemos que um dos primeiros sentimentos a surgirem no coração humano foram a insegurança, o medo, o arrependimento. Daí vieram outros sentimentos ruins como a incerteza, a indecisão, a inveja, a vingança, o crime de morte, e outros vícios da alma humana como o homossexualismo, o lesbianismo, o egoísmo, a anxiedade e a obstinação. Creio que nós seres humanos gostamos de trilhar caminhos de sofrimento, trilhas de dor, uma via-sacra de sofrimento e dor criados por nós mesmos quando vamos à procura de situaçãoes de constrangimento e pecado ao buscarmos nos aliviar de nossos dilemas. E tal trilha de dor segue sempre a uma busca desenfreada pelo erro, pelo pecado. As mulheres que praticam o aborto, por exemplo, fazem-no sabendo dos sofrimentos causados sobre seu corpo pelas dores e agressões físicas provocadas pelo aborto, sobre si mesmas e sobre a vida do feto em seu ventre. Assim como também sofrem psicologicamente. E isso ocorre em função de sua condição física e psicológica. Simplesmente porque os seres humanos não são robots desprovidos de sentimentos. Pelo contrário, o aborto deixa sequelas profundas na alma daquelas que o praticam, além de trazer consequências amargas para sua própria vida, quando mais tarde a consciência de seus atos vem à tona em sua alma e em seu coração. Mas, por questão de opção livre e consciente, o aborto continua a criar uma problemática existencial muito profunda, que sem dúvida afeta toda a sociedade humana como um todo. Embora saibamos que os resultados mais contrangedores tem a ver com a frieza de sentimentos, o desprezo pela vida humana, a negação da identidade dos seres humanos abortados como legítimos seres providos de alma e espírito, e o fato de que a grande maioria das mulheres desconhecem o suporte social e espiritual envolvendo os seres humanos recém nascidos, ou em vias de serem abortados. Aliás, o mesmo pode estar acontecendo com homossexuais e lésbicas que desconhecem as razões mais profundas de seus atos, considerando-os apenas a níveis meramente humanísticos, pessoais e hedonísticos, sem ao menos levar em conta as razões ético-morais de seus atos. Podemos concluir seguramente que o apelo carnal envolvendo tais atitudes, tem a ver com uma predisposição meramente carnal, da sensualidade descontrolada, da indefinição na formação da sexualidade causada por indefinições nas relações afetivas e no comportamento sexual dos pais, no que se refere ao seu relacionamento sexual heterosexual. Como já nos referimos anteriormente, a indisposição dos conjuges ( marido e esposa ) no trato com suas necessecidades sexuais, sua indiferença mútua, sua ignorância quanto ao conhecimento do que o amor realmente vem a ser, os leva à frustração, à frieza sexual, ao desinteresse mútuo relativo ao seu relacionamento sexual, e isso acaba afetando a formação da sexualidade do feto, da criança recém-nascida, que sofre as consequências dessa frustração na sua vida sexual ainda em formação.Tal é a profundidade e a dimensão do amor na definição do que vem a ser homem e mulher dentro da criação divina. E nesse sentido existem muitas conclusões erradas formuladas por teólogos homossexuais, ou por psicólogos liberais, buscando justificar seus próprios atos, parafraseando e interpretando a Bíblia de modo profundamente equivocado, buscando até mesmo negar o que a Bíblia diz com relação ao relacionamento sexual entre homossexuais e lésbicas. É o que procuraremos mostrar nos próximos capítulos desse estudo. Uma coisa precisamos admitir realisticamente: biblicamente falando o homossexualismo e o lesbianismo nos impõe uma maldição inevitável.
Friday, April 26, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 42
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
A corrupção da natureza e da vida que nos circunda acontece integralmente quando o pecado humano entra em cena. O negativismo da energia negativa do pecado é o único responsável pela contaminação da natureza que nos envolve. E por esta razão não há como não atribuir ao pecado todo seu caracter devastador sobre a natureza. Nós podemos observar isso ainda no Éden quando Eva peca e se permite contaminar a mente de seu marido com o gérmen da corrupção e do pecado. Nesse sentido começa a identidade no pecado a partir do instante em que ambos agem exatamente da mesma forma, formando com seu pecado uma grave contravenção contra Deus. No entanto, observe a diversidade na identidade que promove equilibrio e harmonia. Não é sintomático que a Terra, esse vibrante e extraordinário mundo de vida, esteja circundado por um satélite tão inóspito e vazio? Por quê tal discrepância? Por que tal contradição energética universal em que dois seres espaciais tenham que conviver um ao lado do outro, sendo um vivo e o outro extremamente morto? E tais são as leis universais que permitem que positivo e negativo convivam em proximidade. A narrativa de Gênesis nos diz que durante a criação o Espírito de Deus pairava sobre o nada, sobre o abismo. Por que fôra necessário tal dicotomia, entre alguma coisa real e o nada? Porque o nada se tornou real a partir de alguma coisa infinitamente real. E essa é a narrativa mais incrível da criação em que alguma coisa que é Deus está sobre alguma coisa que é o Nada, o abismo. O extremamente positivo com o extremamente negativo. A partir de então o eterno cria a vida. E a vida se torna, em consequência do pecado humano, o somatório das energias se acabando. A energia física, a energia psíquica, a energia sexual, e outras mais, e ninguém consegue vencer definitivamente tal batalha. Pois afinal tudo se transforma. No entanto, todos nós estamos buscando por identidade, por personalidade e por caracter, ou por total simulação de tudo isso, por uma questão meramente cultural. De modo geral os seres humanos não pensam muito a respeito disso. Eles pensam mais em se defender, porque estão inseguros. Observem que Cain quis se prevalecer sobre a primazia que Deus concedeu a Abel. E tal privilégio, ou defesa, se tornou um ataque mortífero contra Abel. A identidade do homem se perde com o pecado, assim como a identidade de Cain se perdeu na violência. Da mesma forma a identidade da mulher também se perde após o pecado original. Mas o criticismo humano continua muito forte, a ironia perversa e o comentário maldosamente esperto continuam e tudo não passam de defesas e mais defesas causadas por insegurança e falta de identidade de carácter. Toda essa agressividade está se tornando generalizada. Do criticismo puro e simples, partimos para a agressividade verbal e daí para o crime, o que se torna muito simples. Insegurança. Até as religiões estão se tornando agressivas e auto-defensivas, capitalizadas, corporativisadas, por temer sua própria ingestão total, sua própria extinção, pois muitos negócios estão sendo subestimados, e estarão comprometidos e perdidos. E a igreja sustenta muita gente financeiramente. Nada mais do que uma total insegurança. Não existe personalidade nisso, mas apenas insegurança. E neste direcionamento o homem acaba por não entender mais a diferença entre personalidade e insegurança, porque os dois se confundem no mundo pós-moderno. A insegurança tornou-se um componente genético da personalidade humana, do homem e da mulher. Então é possível que nós já nasçamos inseguros? A resposta a essa questão se torna apenas uma, afirmativamente. Nós somos inseguros quanto ao abandono de Deus em nossa vida (causado por nós mesmos) e inseguros quanto à insegurança gerada por toda a nossa insegurança genética. Isso nos permite até mesmo formular uma equação. Mas o que é mais sério é saber que o homem ainda sofre as consequências dessas inseguranças sobre sua vida afetiva, amorosa. O coração humano se torna inseguro também no amor. E assim voltamos à escala original. No entanto, quando pensamos que existe morte na verdade acaba existindo transformação. A questão maior relativa à realidade e ao universo é que eles se movimentam nesse dualismo energético entre positivo e negativo. E dois seres com mesma carga energética em sua natureza criada, não se conduzem para longe da extinção absoluta. É evidente que nós tenhamos absoluta vontade de viver, de nos reproduzir e que a vida por nós gerada seja eternizada. DIGA NÃO À EXTINÇÃO! Não é isso o que nós defendemos hoje em dia? VAMOS PRESERVAR O PLANETA! Mas um paradoxo nos permite perguntar: mas por quê a extinção ou a estagnação da vida através de um relacionamento homossexual? Esse é o grande paradoxo envolvendo os homossexuais e lésbicas. E eles mesmos podem não entender o que se passa com eles próprios. Tem-se a impressão de que cachorros e gatos e até mesmo um bebezinho podem descaracterizar sua insegurança. Mas isso não é verdade.
Monday, April 15, 2019
SENSUALISMO –
IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 41
Algumas
ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Pode ser que
Paulo, um sábio fariseu muito bem educado, tenha expressado o sentimento de pavor,
morte e destruição no coração de um homem, causando a repetição da destruição, motivada por um vício que dizimou as
duas cidades do Antigo Testamento. E o mesmo tipo de vício entre homens se relacionando sexualmente com homens e mulheres com mulheres se repetia mais uma vez, ou mais outras vezes. Não seria tão dificil perceber a evidência ou
a existência perceptivel de um mal coincidente dentro de um coração humano a
dois mil anos atraz. Mas a Bíblia é a Palavra de Deus. E isso não expressa apenas
sentimentos no coração de Paulo. E é assim que a realidade se eterniza, através
de tipificação, da repetição coincidente de fatos na memória de quem expressa
esse fato. E um pensamento é evidentemente algo real. E desta forma a memória
da realidade se perpetua no tempo, se limita ao próprio tempo, e traz a
repetição do mesmo fato à realidade. A Biblia fala no livro de Provérbios, que “não
existe nada de novo debaixo (sobre) da Terra”. Eu diria que a realidade
é a perpetuação da realidade numa monotonia infinita, num ciclo vicioso, em que a Terra se compromete sempre com o mesmo, a mesmice, através das enfermidades
do coração humano, com pensamentos bons e mals, e em vez de se renovar numa
nova realidade, ele adoece, e se mata a si mesmo, perpetuando o mesmo. Seria necessario uma boa
nova, uma renovação do Amor, uma cura do amor. Essa seria a maior revolução da
historia da humanidade. Eu acredito no big-bang do coração humano. A cura do
amor, sararia o mal da terra. O que seria uma tarefa extremamente dificil. Mas
para o evanguelion tal tarefa não
seria tão difícil. E tal palavra significa “uma boa nova”, a primeira vez que a
palavra NOVA ( new ) aparece no Novo Testamento. A Terra precisa de algo que pudesse germinar um
dínamo de mudança de energia, no coração humano para que ele se renovasse para
longe da mesmice. A experiência
frustrada de um amor conjugal traz à realidade a experiência frustrada do amor.
O amor adoece e um amor doente entre homem e mulher gera seres doentes. Doentes
em consequência da expressão de amor
ausente dentro do coração do cônjuge. Pode existir uma evidência real do amor
ausente do pai, se manifestando de forma doentia, e o amor ausente da mãe se
expressando de forma também enferma. Essa doença do amor faz nascer seres
doentios no amor. O menino precisa de segurança mas não a recebe do amor
doentio do pai. A menina precisa de segurança no amor, mas o amor da mãe não
lhe transmite a seguranca do amor, por não tê-lo recebido. Doença de amor, gera
doença de personalidade, na criança sendo gerada, ou depois de nascida. “Mulheres amai vossos maridos, mas com submissão...maridos amai vossas esposas...”
Mas de que forma? Simplesmente com amor de homens e com amor de mulheres
entre si gerando filhos saudáveis. A nossa sociedade está doente e intrisecamente
enferma. Não somente aqui mas em todos os cantos do planeta onde existem seres
humanos, e se enfermando cada vez mais com a vida sobre o secularismo. Não
estou afirmando que é o secularismo o causador de tudo isso, mas o pecado, o
causador do secularismo e da mesmice da realidade, que nega o Espírito que
renova a mesmice do planeta Terra. Em consequência da ausência desse amor, o
amor entre homens e mulheres está se enfermando e gerando seres enfermados
intimamente, psicologicamente. O nome das doencas geradas por essa enfermidade
se chama homossexualismo/lesbianismo, sensualismo, idolatria ao próprio corpo, violência, ódio, egoismo, machismo, inveja, segregação, vingança, etc. A geração da expressão religiosa do
coração humano representa uma expressão de insegurança, em se buscar a Deus, em tentar reviver a experiência
edificante, renovadora, de se viver no Paraíso, e ao mesmo tempo estando em profundo
estado de pecado. No paraíso a segurança
era gerada pela dinâmica do amor de Deus interagindo com os seres criados. Sob
o dominio do pecado, a única força capaz de mudar o amor no coração do homem é
o amor de Jesus Cristo ou à pessoa de Jesus Cristo que é uma força dinâmica, explosiva,
infinita e potencialmente eterna, cuja perpetuação real acontece sob o reflexo,
a repetição de um modelo eterno de realidade que é o amor de Deus.
Saturday, April 6, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 40
Algumas ideias retiradas do conceito da
sexualidade humana na criação do sexo.
Existem
muitas razões pelas quais algumas pessoas afirmam seus direitos em se
manifestar contra os homossexuais e lésbicas. Assim como existem muitas vozes se
levantando também na defesa deles. Tal convicção é comumente denominada pelos homossexuais e lésbicas como homofobia. E para afirmar seu direito em se defender contra
críticas e oposições, os próprios homossexuais e lésbicas certamente devem ter
se apropriado desse termo (homofobia) como uma barreira que certamente visa
defender e contra-atacar seus críticos e opressores ao mesmo tempo em que atua
como uma espécia de salvaguarda aos seus
próprios atos. Mas, por detrás desse conceito-defesa existe a questão: por quê
razão os homossexuais e lésbicas procuram se defender de seus opressores e por
quê razão eles mesmos se recusam a aceitar uma vida como heterosexuais? Além
disso o que os afastam de viver uma vida como heterossexuais se por definição eles também poderiam ser categorizados
como heterofóbicos? Ambos os direitos de ataque/defesa são recíprocos e ambas as
atitudes parecem seguir por caminhos de oposições se manifestando
contrariamente às suas convicções de fé e religiosidade. Enquanto os
heterosexuais normalmente abraçam uma atitude de fé ou de fidelidade a determinada
crença religiosa, os homossexuais tendem a se afastar de uma atitude de fé ao
regeitarem a oposição que a religião cristã, principalmente, faz contra eles. E
tal oposição também atinge o cenário político-ideológico, onde se vê uma
crítica veemente contra os conservadores e democratas-cristãos, mas em função
do estado em que se encontra o meio secular em que a própria sociedade escolheu
se engajar atualmente. No entanto, procurando mostrar uma postura atada à
oposição ao homossexualismo no que se refere a conceitos ético-morais e
religiosos, o Apóstolo Paulo de Tarso, apresenta seu argumento no livro de
Romanos, cap. 1, versos 24 a 28 (NIV), mas estritamente considerando tais
atitudes como pecaminosas, não como engajamento político veemente buscando
apenas se manifestar em protesto às tradições religiosas e bíblicas da sociedade
secular de seu tempo. Paulo assim o faz, tendo em vista a manifestação da vontade
de Deus para a criação conforme o que lhe disse a Palavra em livros que
antecedem ao Novo Testamento, como o livro de Genesis, por exemplo. E endossando
seus argumentos, Paulo chega a afirmar de modo duro e irrestrito sua oposição aos
atos pecaminosos dos homossexuais e lésbicas de seu tempo, afirmando (ainda no livro de Romanos) que “those who do such things deserve death,
they not only continue to do these very things but also aprove of those who
practice them”. Tal como ocorre nos dias atuais, Paulo assim falou
certamente em função do que ele leu a respeito do que Deus fez em Sodoma e
Gomorra. E nisso ele mostrou fidelidade à Palavra de Deus. Hoje, no entanto, as
mazelas do secularismo mostram-nos um outro lado da realidade, por considerar o
homossexualismo-lesbianismo como atitudes social e moralmente normais. Por
conhecer profundamente o que Deus reserva àqueles que pecam nessa direção Paulo
ainda diz: “Therefore God gave them over
in the desires of their hearts to sexual impurity for the degrading of their
bodies with one another. They exchanged the truth about God for a lie…” Because
of this, God gave them over to shameful lusts. Even their women exchanged
natural sexual relations for unnatural ones. In the same way the men also
abandoned natural relations with women and were inflamed with lust for one
another. Men committed shameful acts with other men, and received in themselves
the due penalty for their error.” ( The Book of Romans chapter 1,
verses 24-27 ). Dando ênfase ao último verso, Paulo
diz que, “Os homens cometem atos vergonhosos com outros homens e recebem sobre
si próprios as duras penas por seus erros.” Ao observarmos e avaliarmos o que
aconteceu com os seres humanos logo depois que pecaram contra Deus ainda no
Éden, por acaso o pecado humano hoje, não continua gerando consequências
trágicas para a vida do ser humano na vida do Planeta Terra?
Tuesday, April 2, 2019
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