SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 51
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Uma energia sexual equilibrada (ESE) que controla e emite bons fluidos para a sexualidade da criança, é uma pura energia sexual sendo transmitida ao feto e à formação de sua própria sexualidade. Se tal fluxo energético é contínuo e duradouro, a criança recebe uma dose muito grande de ESE que tende a equilibrar a formação de uma energia sexual equilibrada. Desta forma, e em consequência, nasce uma criança saudável e equilibrada sexual e psicologicamente. A energia sexual transmitida pelo homem à mulher é muito energética, estimulante criadora e muito positiva, ou seja, não existe polaridade negativa na energia sexual transmitida pelo homem, de modo geral. O mesmo ocorre com a energia sexual transmitida pela mulher ao homem. Ela é criadora, empreendedora, transmite coragem, força, idealismo, e sonhos. E tem polaridade também positiva. Mas caracterizadas por forças de oposição e atração. A mulher exerce uma atratividade extrema a homens de modo geral. As mulheres são realmente excitantes e especialmente agora na era pós-moderna em que houve uma liberação maior da mulher, elas se embelezam mais, se cuidam mais em termos físicos e intelectuais e acabam se tornando verdadeiras obras de arte vivas. E por causa de sua carga hormonal exclusiva, toda a energia sexual feminina reunida exerce uma profunda atratividade aos homens, em geral. Toda energia positiva tem alto poder de atração específico ou APAE, razão pela qual o nível de atratividade bipolarizada advinda de homem e mulher, é bem maior entre ambos, no sentido da continuidade expansiva da geração de energia através da geração de vida. Gerar vida é bem melhor do que não gerar, comprar ou matá-la. A criança, então, recebe uma dosagem de energia sexual equilibrada sobre sua própria energia sexual (sexualidade) sendo gerada. E tal energia sexual equilibrada gerada pelos pais equilibra a energia sexual da criança em formação. Nesse sentido a força dinâmica e atrativa do amor começa a exercer um poder extraordinário capaz de romper e destruir a força negativa de um buraco negro, por exemplo. Os buracos negros ( que estão em toda parte nas dimensões mais diversificadas ) crescem porque são gerados por uma força manipuladora ou energia negativa de atratividade destrutiva. Além desse poder energético extraordinário, a força do amor produz vida, que somente ocorre nesse nível de interação entre duas diferentes energias sexuais, como foi estabelecido desde o princípio. A energia negativa de atratividade destrutiva não produz vida, mas a consome e destrói. Deus é pura energia pessoal e infinita que injeta na vida humana uma partícula dessa energia pessoal e infinita. Razão pela qual nós nascemos e recebemos harmonia e equilíbrio da energia sexual equilibrada transmitida pelo amor dos pais. Então, podemos admitir que Deus implanta essa semente de energia equilibrada na vida humana e tal semente define a semelhança divina em nós. Isso nos identifica como seres em identidade e harmonia com o eterno. As Parábolas do Semeador e da Videira no relato bíblico ilustram muito bem isso. ( O uso excessivo da palavra Energia ou de termos relacionados nesse texto, não quer dizer que se trata aqui de estudos esotéricos, extraterrestres, ou de física quântica. Na verdade a palavra PODER no relato bíblico tem ressonância tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A palavra “dínamo” ( poder ou energia ) no NT., se refere essencialmente a um “gerador de energia.”) O tema parece um tanto complexo mas somente desta forma poderemos entender melhor a interação de termos dessa dimensão.
Sunday, August 25, 2019
Friday, August 16, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 50
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
De modo geral não existe um consenso amplo que vê na masturbação resultados apenas negativos. Existe uma série de psicólogos e médicos urologistas que insistem em afirmar que a masturbação é benéfica à saúde daqueles que a praticam. Por questões de indiferença ou por evitarem interferir nas liberdades individuais, muitos psicólogos, médicos, psiquiatras e conselheiros profissionais acabam relegando o problema, ou simplesmente não apresentam em profundidade as suas mais terríveis consequências. Uma delas seria afirmar que por sua própria natureza, a masturbação, ao subjetivar uma atitude reflexiva voltada para a satisfação dos impulsos sexuais de um individuo que, por si, se isola e busca apenas satisfação pessoal, tal atitude é essencialmente homossexual em seus princípios, pois reafirma as intenções de um único individuo isolado fazendo sexo consigo mesmo, buscando satisfação pessoal reflexivamente, negando que o sexo possa ser compartilhado. E normalmente o que ocorre é que aqueles que a praticam, quase sempre buscam compartilhar tais experiências com indivíduos do mesmo sexo, em função da natureza ético-moral envolvendo a masturbação e das motivações pessoais que levam principalmente jovens e adolescentes a se masturbarem. Além disso, à medida que o individuo busca satisfação por meio da manipulação do seu sexo, masturbar-se excessivamente pode causar sérios danos a veias, músculos e nervos que permitem a ejaculação, gerando posteriormente uma série de outros problemas ligados à ejaculação prematura, danos sobre a sensibilidade, à feminilidade e à virilidade dos órgãos genitais, redução do nível de energia física e sexual que um dos cônjuges ou parceiro pode precisar durante a relação sexual. Somado a isso, podemos afirmar que existem efeitos colaterais provocados por masturbação excessiva, e dentre tais efeitos, podemos enumerar: fadiga, ejaculação precoce provocada pela debilitação de nervos, músculos e vasos sanguíneos que circundam o pênis, inibição das atividades sexuais entre cônjuges, danos físicos ao pênis ou à vagina, problemas de visão, dores musculares na região lombar da coluna, provocadas por excessiva manipulação dos órgãos genitais, estresse causado por tal manipulação, problemas renais e nas glândulas supra-renais, dores testiculares, e até mesmo queda de cabelo. Mas, os efeitos mais nocivos ligados à masturbação excessiva estão relacionados à inibição do orgasmo, e aos danos causados em músculos, nervos, vasos sanguíneos e em todo os órgãos responsáveis pela manutenção de uma ejaculação saudável, seguida por um nível de orgasmo também saudável e satisfatório. Tais problemas certamente vão predispor o indivíduo a gerar sérias consequências em sua vida sexual, e em muitos casos, levando um dos parceiros a se sentir debilitado e incapaz de sentir orgasmos ou de levar o cônjuge a atingir um nível de orgasmo satisfatório. E neste caso, uma série de problemas podem ser gerados na vida sexual do casal, homem e mulher, afastando-os de si próprios, e geralmente levando-os a optar por experiências sexuais extra-conjugais e até mesmo homossexuais.
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
De modo geral não existe um consenso amplo que vê na masturbação resultados apenas negativos. Existe uma série de psicólogos e médicos urologistas que insistem em afirmar que a masturbação é benéfica à saúde daqueles que a praticam. Por questões de indiferença ou por evitarem interferir nas liberdades individuais, muitos psicólogos, médicos, psiquiatras e conselheiros profissionais acabam relegando o problema, ou simplesmente não apresentam em profundidade as suas mais terríveis consequências. Uma delas seria afirmar que por sua própria natureza, a masturbação, ao subjetivar uma atitude reflexiva voltada para a satisfação dos impulsos sexuais de um individuo que, por si, se isola e busca apenas satisfação pessoal, tal atitude é essencialmente homossexual em seus princípios, pois reafirma as intenções de um único individuo isolado fazendo sexo consigo mesmo, buscando satisfação pessoal reflexivamente, negando que o sexo possa ser compartilhado. E normalmente o que ocorre é que aqueles que a praticam, quase sempre buscam compartilhar tais experiências com indivíduos do mesmo sexo, em função da natureza ético-moral envolvendo a masturbação e das motivações pessoais que levam principalmente jovens e adolescentes a se masturbarem. Além disso, à medida que o individuo busca satisfação por meio da manipulação do seu sexo, masturbar-se excessivamente pode causar sérios danos a veias, músculos e nervos que permitem a ejaculação, gerando posteriormente uma série de outros problemas ligados à ejaculação prematura, danos sobre a sensibilidade, à feminilidade e à virilidade dos órgãos genitais, redução do nível de energia física e sexual que um dos cônjuges ou parceiro pode precisar durante a relação sexual. Somado a isso, podemos afirmar que existem efeitos colaterais provocados por masturbação excessiva, e dentre tais efeitos, podemos enumerar: fadiga, ejaculação precoce provocada pela debilitação de nervos, músculos e vasos sanguíneos que circundam o pênis, inibição das atividades sexuais entre cônjuges, danos físicos ao pênis ou à vagina, problemas de visão, dores musculares na região lombar da coluna, provocadas por excessiva manipulação dos órgãos genitais, estresse causado por tal manipulação, problemas renais e nas glândulas supra-renais, dores testiculares, e até mesmo queda de cabelo. Mas, os efeitos mais nocivos ligados à masturbação excessiva estão relacionados à inibição do orgasmo, e aos danos causados em músculos, nervos, vasos sanguíneos e em todo os órgãos responsáveis pela manutenção de uma ejaculação saudável, seguida por um nível de orgasmo também saudável e satisfatório. Tais problemas certamente vão predispor o indivíduo a gerar sérias consequências em sua vida sexual, e em muitos casos, levando um dos parceiros a se sentir debilitado e incapaz de sentir orgasmos ou de levar o cônjuge a atingir um nível de orgasmo satisfatório. E neste caso, uma série de problemas podem ser gerados na vida sexual do casal, homem e mulher, afastando-os de si próprios, e geralmente levando-os a optar por experiências sexuais extra-conjugais e até mesmo homossexuais.
Tuesday, August 6, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 49
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
A masturbação, na verdade, é uma busca por uma experimentação alternativa da sexualidade humana, que predispõe o individuo a gostar de se manipular, sem ter a consciência do que tal manipulação pode lhe causar em termos físicos, biológicos e psicológicos. E muitas são as consequências disso. Uma delas, o pênis pode adquirir uma forma encurvada para a esquerda ou para a direita, dependendo de que mão o manipula, e da força com que a mão o oprime. Além disso, o componente psicossomático dessa manipulação, leva o individuo a gostar de se manipular constantemente e fazê-lo sentir na ejaculação, um prazer transitório e limitado que o predispõe à substituição da relação sexual entre sexos opostos, por mera manipulação individualizada. O hábito de se manipular frequentemente, leva-o a criar gosto pelo toque do pênis, ou da vagina, e a força de tal hábito o leva a gostar de manipular o pênis. Tal atração, movida por um sentimento de prazer, cria em sua mente uma associação de ideias, um ciclo persuasivo. Tal ciclo é mostrado de forma reduzida (pois não se refere à sexualidade) pelo autor de O PODER DO HABITO, ( “The Power of Habit” ), Charles Duhigg, à pagina 263, em que o indivíduo adquire uma rotina constante de manipulação, entra numa fase de recompensa ligada ao prazer da ejaculação, anseia, então, por um desejo incontido de se excitar ainda mais, o que o autor chama de “anseio por entorpecimento”, e posteriormente é confrontado pela autocrítica de seus próprios atos, ou seja, ele entra em crise consigo mesmo, por se sentir frustrado ao perceber que tal prazer poderia ter sido ainda mais intenso. E tal anseio por entorpecimento, é na verdade, uma forma de sobrestimar, ou elevar a um nível mais intenso, o desejo de prazer, e a busca por alternativas que o induzam a mais prazer e excitamento. Em alguns casos, o indivíduo que se excita com a manipulação do próprio pênis, ou da própria vagina, é quase sempre levado a estender o prazer da manipulação a um nível mais agressivo, carente de mais excitação, que o leva ao sexo oral, ou à pornografia. A partir do instante em que o pênis não o induz mais a um prazer mais intenso, ele percebe que é preciso buscar por outras alternativas de prazer, razão pela qual ele busca por artificialismos, por cremes excitantes, formas alternativas de se relacionar sexualmente, que incluem o sexo anal. Nesse instante caem grande parte das barreiras que o impediam de estender sua relação sexual até a níveis homossexuais, pois o sexo passa a ser entendido como uma forma de liberação de prazer e alívio de tensões na sexualidade, e não como forma de expressão de amor, carinho, prazer, realização da sexualidade no relacionamento entre homem e mulher. O sexo perde sua função mais primordial, e não conservadora perdendo grande parte de seu controle ético e moral, como assumido pela relação entre parceiros de sexo oposto, perdendo, então, sua funcionalidade específica, e adquire apenas uma objetividade hedonística, ou seja, uma subjetividade voltada apenas para o prazer em si. Para aqueles que buscam apenas por prazer e excitação, o sexo vislumbra apenas satisfação ilimitada, uma forma de liberalismo intenso como expressão de individualidade e sensualismo, não respeitando as formas de sua função específica, adquirindo ainda, alternativas até mesmo culturais, em função de seu apelo sócio-cultural, o que faz com que o indivíduo se lance a ele de forma descontrolada, secularizada e sensualizada.
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
A masturbação, na verdade, é uma busca por uma experimentação alternativa da sexualidade humana, que predispõe o individuo a gostar de se manipular, sem ter a consciência do que tal manipulação pode lhe causar em termos físicos, biológicos e psicológicos. E muitas são as consequências disso. Uma delas, o pênis pode adquirir uma forma encurvada para a esquerda ou para a direita, dependendo de que mão o manipula, e da força com que a mão o oprime. Além disso, o componente psicossomático dessa manipulação, leva o individuo a gostar de se manipular constantemente e fazê-lo sentir na ejaculação, um prazer transitório e limitado que o predispõe à substituição da relação sexual entre sexos opostos, por mera manipulação individualizada. O hábito de se manipular frequentemente, leva-o a criar gosto pelo toque do pênis, ou da vagina, e a força de tal hábito o leva a gostar de manipular o pênis. Tal atração, movida por um sentimento de prazer, cria em sua mente uma associação de ideias, um ciclo persuasivo. Tal ciclo é mostrado de forma reduzida (pois não se refere à sexualidade) pelo autor de O PODER DO HABITO, ( “The Power of Habit” ), Charles Duhigg, à pagina 263, em que o indivíduo adquire uma rotina constante de manipulação, entra numa fase de recompensa ligada ao prazer da ejaculação, anseia, então, por um desejo incontido de se excitar ainda mais, o que o autor chama de “anseio por entorpecimento”, e posteriormente é confrontado pela autocrítica de seus próprios atos, ou seja, ele entra em crise consigo mesmo, por se sentir frustrado ao perceber que tal prazer poderia ter sido ainda mais intenso. E tal anseio por entorpecimento, é na verdade, uma forma de sobrestimar, ou elevar a um nível mais intenso, o desejo de prazer, e a busca por alternativas que o induzam a mais prazer e excitamento. Em alguns casos, o indivíduo que se excita com a manipulação do próprio pênis, ou da própria vagina, é quase sempre levado a estender o prazer da manipulação a um nível mais agressivo, carente de mais excitação, que o leva ao sexo oral, ou à pornografia. A partir do instante em que o pênis não o induz mais a um prazer mais intenso, ele percebe que é preciso buscar por outras alternativas de prazer, razão pela qual ele busca por artificialismos, por cremes excitantes, formas alternativas de se relacionar sexualmente, que incluem o sexo anal. Nesse instante caem grande parte das barreiras que o impediam de estender sua relação sexual até a níveis homossexuais, pois o sexo passa a ser entendido como uma forma de liberação de prazer e alívio de tensões na sexualidade, e não como forma de expressão de amor, carinho, prazer, realização da sexualidade no relacionamento entre homem e mulher. O sexo perde sua função mais primordial, e não conservadora perdendo grande parte de seu controle ético e moral, como assumido pela relação entre parceiros de sexo oposto, perdendo, então, sua funcionalidade específica, e adquire apenas uma objetividade hedonística, ou seja, uma subjetividade voltada apenas para o prazer em si. Para aqueles que buscam apenas por prazer e excitação, o sexo vislumbra apenas satisfação ilimitada, uma forma de liberalismo intenso como expressão de individualidade e sensualismo, não respeitando as formas de sua função específica, adquirindo ainda, alternativas até mesmo culturais, em função de seu apelo sócio-cultural, o que faz com que o indivíduo se lance a ele de forma descontrolada, secularizada e sensualizada.
Sunday, July 28, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 48
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Tal procura por pontos de convergência de afetividade se manifesta através de uma carência íntima, subconsciente, que tende a se manifestar eventualmente, quando a criança, o adolescente ou o adulto se encontram em situações de pressão social externa, ou de estresse, ou em pressões íntimas provocadas pelo impacto de tais carências, pela falta de amor ou por influências negativas do meio ambiente em que vivem. E isso pode gerar a manifestação de distúrbios externos que eventualmente vão induzir tais indivíduos a situações de insegurança íntima, na expressão de sua exteriorização pessoal, que em outras palavras significa na expressão de sua própria personalidade e de sua sexualidade. E isso pode se manifestar através de uma expressão externa íntima, secreta, através da masturbação. A masturbação, na verdade, pode ser considerada uma debilidade da personalidade, um distúrbio profundo da sexualidade que se exterioriza secretamente, a princípio, quando certos indivíduos, crianças, adolescentes ou adultos, homens ou mulheres, buscam fazer sexo reflexivamente, subjetivamente, consigo mesmos. A masturbação não deixa de ser uma trilha aberta em direção ao homossexualismo. Uma forma de auto-excitação como prova e manifestação de uma profunda carência afetiva. Mas ao mesmo tempo ela não consegue se manifestar afetivamente. Tais indivíduos se sentem oprimidos por uma força íntima, subconsciente, em sua expressão sexual e afetiva, que se origina através de uma deficiência em sua sexualidade ainda na primeira infância, prosseguindo através de sua vida. Isso se manifesta por meio dessa energia sexual, íntima, psico-genética, de pequenas proporções, mas influente, criando distúrbios de personalidade que o fazem se intimidar diante de sua expressão sexual, masculina, nos homens e feminina, nas mulheres, evidentemente. Tal distúrbio é na verdade uma repressão íntima da sexualidade que busca se exteriorizar através da masturbação. Homens e mulheres não conseguem perceber a manifestação do sexo como realização mútua da própria sexualidade, e por esse motivo, buscam satisfação sexual íntima, individualizada, egoística. Ambos não percebem ou não entendem racionalmente que, tanto homem como mulher, se completam sexualmente, se necessitam mutuamente na sua expressão sexual. O resultado disso é que ambos se excitam individualmente na masturbação. O problema maior se refere ao fato de que homens e mulheres não percebem que suas mãos ( ou outros artefatos ) não podem satisfazê-los inteiramente. Pelo contrário, as mãos não foram concebidas para o excitamento do pênis ou da vagina, em função de sua superfície áspera e grossa. Na verdade, na masturbação homem e mulher perdem grande parte de sua sensibilidade sexual de excitamento e virilidade. O pênis é tão sensível quanto as paredes internas da vagina ou do clítoris. Neste sentido o pênis quanto a vagina, precisam ser protegidos em sua sensibilidade para que tal não seja deteriorada. Com o tempo, sendo exposto a uma constante manipulação, tanto pênis quanto a vagina, perdem grande parte de sua sensibilidade e do seu excitamento natural sexual. As mãos destroem paulatinamente tal sensibilidade, razão pela qual, durante a relação sexual entre homem e mulher, pode existir a insatisfação sexual em função da insensibilidade que se perdeu através da masturbação. Sob o ponto de vista de cada individualidade, o homem quer se excitar e atingir o próprio orgasmo, e a mulher busca se excitar ao ponto de um orgasmo satisfatório. Como isto não acontece satisfatoriamente ambos entram em crise na sua relação sexual, o que evidentemente se soma ao fato de que outros fatores negativos também são agregados à vida sexual do casal. Em consequência desta problemática, ambos, homem e mulher admitem frustração, Insatisfação sexual, e buscam por alternativas em sua sexualidade, tornando-se ambos vítimas do homossexualismo e do lesbianismo como alternativa substitutiva. É evidente que a masturbação cria um componente psicológico dentro do subconsciente humano, e ao considerar as razões profundas desse componente, ambos creem que as alternativas mais viáveis para sua substituição, busca no homossexualismo, uma opção de diferentes níveis de experimentação do sexo, ou da satisfação sexual, que se acomode a um nível de satisfação dentro dos limites da própria frustração, seguindo pela mesma trilha de insatisfação sugerida pela masturbação.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Tal procura por pontos de convergência de afetividade se manifesta através de uma carência íntima, subconsciente, que tende a se manifestar eventualmente, quando a criança, o adolescente ou o adulto se encontram em situações de pressão social externa, ou de estresse, ou em pressões íntimas provocadas pelo impacto de tais carências, pela falta de amor ou por influências negativas do meio ambiente em que vivem. E isso pode gerar a manifestação de distúrbios externos que eventualmente vão induzir tais indivíduos a situações de insegurança íntima, na expressão de sua exteriorização pessoal, que em outras palavras significa na expressão de sua própria personalidade e de sua sexualidade. E isso pode se manifestar através de uma expressão externa íntima, secreta, através da masturbação. A masturbação, na verdade, pode ser considerada uma debilidade da personalidade, um distúrbio profundo da sexualidade que se exterioriza secretamente, a princípio, quando certos indivíduos, crianças, adolescentes ou adultos, homens ou mulheres, buscam fazer sexo reflexivamente, subjetivamente, consigo mesmos. A masturbação não deixa de ser uma trilha aberta em direção ao homossexualismo. Uma forma de auto-excitação como prova e manifestação de uma profunda carência afetiva. Mas ao mesmo tempo ela não consegue se manifestar afetivamente. Tais indivíduos se sentem oprimidos por uma força íntima, subconsciente, em sua expressão sexual e afetiva, que se origina através de uma deficiência em sua sexualidade ainda na primeira infância, prosseguindo através de sua vida. Isso se manifesta por meio dessa energia sexual, íntima, psico-genética, de pequenas proporções, mas influente, criando distúrbios de personalidade que o fazem se intimidar diante de sua expressão sexual, masculina, nos homens e feminina, nas mulheres, evidentemente. Tal distúrbio é na verdade uma repressão íntima da sexualidade que busca se exteriorizar através da masturbação. Homens e mulheres não conseguem perceber a manifestação do sexo como realização mútua da própria sexualidade, e por esse motivo, buscam satisfação sexual íntima, individualizada, egoística. Ambos não percebem ou não entendem racionalmente que, tanto homem como mulher, se completam sexualmente, se necessitam mutuamente na sua expressão sexual. O resultado disso é que ambos se excitam individualmente na masturbação. O problema maior se refere ao fato de que homens e mulheres não percebem que suas mãos ( ou outros artefatos ) não podem satisfazê-los inteiramente. Pelo contrário, as mãos não foram concebidas para o excitamento do pênis ou da vagina, em função de sua superfície áspera e grossa. Na verdade, na masturbação homem e mulher perdem grande parte de sua sensibilidade sexual de excitamento e virilidade. O pênis é tão sensível quanto as paredes internas da vagina ou do clítoris. Neste sentido o pênis quanto a vagina, precisam ser protegidos em sua sensibilidade para que tal não seja deteriorada. Com o tempo, sendo exposto a uma constante manipulação, tanto pênis quanto a vagina, perdem grande parte de sua sensibilidade e do seu excitamento natural sexual. As mãos destroem paulatinamente tal sensibilidade, razão pela qual, durante a relação sexual entre homem e mulher, pode existir a insatisfação sexual em função da insensibilidade que se perdeu através da masturbação. Sob o ponto de vista de cada individualidade, o homem quer se excitar e atingir o próprio orgasmo, e a mulher busca se excitar ao ponto de um orgasmo satisfatório. Como isto não acontece satisfatoriamente ambos entram em crise na sua relação sexual, o que evidentemente se soma ao fato de que outros fatores negativos também são agregados à vida sexual do casal. Em consequência desta problemática, ambos, homem e mulher admitem frustração, Insatisfação sexual, e buscam por alternativas em sua sexualidade, tornando-se ambos vítimas do homossexualismo e do lesbianismo como alternativa substitutiva. É evidente que a masturbação cria um componente psicológico dentro do subconsciente humano, e ao considerar as razões profundas desse componente, ambos creem que as alternativas mais viáveis para sua substituição, busca no homossexualismo, uma opção de diferentes níveis de experimentação do sexo, ou da satisfação sexual, que se acomode a um nível de satisfação dentro dos limites da própria frustração, seguindo pela mesma trilha de insatisfação sugerida pela masturbação.
Sunday, July 7, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 46
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Vamos nos referir agora a uma série de textos e ideias que irão sugerir a origem da formação do comportamento homossexual/lésbico no comportamento humano, em outras palavras, aquilo que origina o homossexualismo/lesbianismo, ou seja, suas causas e origens mais profundas. Para isso, vamos nos referir aos ISP ou indicadores da Submissão Psicológica. Tais Indicadores de uma constante submissão psicológica, ou indicadores intelectuais, são dispositivos mentais que vão liderar o indivíduo subjetivamente tornando-o dependente constante dessa submissão. Alguns definem isso como caminhos neurais, dando-nos a entender, no entanto, que ao seguir por caminhos dessa natureza, tais indivíduos seguem por uma “estrada mental” que os conduzem dentro de uma submissão externa, causada pela influência externa do meio ambiente em que o indivíduo segue caminhando em seu dia-a-dia, por determinações causadas pelo convívio social, por sua condição social, pelo ambiente familiar que o influencia negativa ou positivamente, no sentido de definir os caminhos por onde ele deverá seguir indefinidamente. Mas, a submissão psicológica, à qual nos referimos, tem a ver com uma influência psicológica e psico-genética, que vai um pouco mais a fundo dentro da formação do subconsciente de um feto sendo gerado. Isso quer dizer que, anteriormente aos caminhos neurais seguidos por cada indivíduo em seu dia-a-dia, existem anteriormente a isso, tais indicadores de uma constante submissão psicológica, que necessariamente contribuirão também para a formação dos caminhos neurais definidos como estrada mental. Para definir isso mais claramente nós vamos mais uma vez à Palavra de Deus que diz o seguinte em Malaquias 4 verso 6: “He will turn the hearts of the parents to their children, and the hearts of the children to their parents; or else I will be coming and strike the land with total destruction”. Tal disponibilidade em operar semelhante transformação do coração dos pais ao coração dos filhos, tem a ver profundamente com o que dissemos anteriormente a respeito do amor original dos pais despojado aos filhos enquanto eles são gerados no interior do útero da mãe. E Deus aqui em tal verso, se refere às suas disposições originais, às suas promessas originais, tal como o próprio Deus concebe todas as coisas. Em outras palavras, Deus cria todas as coisas dentro de uma dimensão imersa em originalidade e pureza, sendo que para homem e mulher, existe certamente uma proposta de amor original sendo destituída de qualquer impureza ou iniquidade, criada por Deus como proposta original. Um exemplo disso, ocorre quando vemos a criação do Universo e dentro dele, a criação dos seres humanos, que originalmente foram criados puros, perfeitos e sem mancha de pecado ou corruptividade. Se existe pois tal disponibilidade humana em negar a reconciliação entre o amor dos pais, aos filhos, e contrariamente, o amor dos filhos aos pais, cremos que haverá uma disfunção, ou seja, uma deterioração de tal proposta original de reconciliação que criará distúrbios na formação da personalidade e da sexualidade humana. Existem, pois duas versões originais com sentidos diversificados. A versão em Inglês NIV., se refere ao termo TURN, que significa mudar, transformar, fazer voltar. E a versão em Português Almeida, se refere a CONVERTER, ou transformar intimamente, entendendo que a versão original em hebraico assegure os mesmos sentidos. As duas versões sendo somadas nos permite concluir que Deus operará de fato a conversão, a transformação, num movimento ativo, do que o amor dos pais deveria operar originalmente em relação ao coração dos filhos, ou seja, ao seu subconsciente em formação intima no útero. Isso nos remonta à proposta original de Deus para os pais em relação aos filhos, e que ao nos afastarmos de tal proposta original, causada por pecados e iniquidades, nós, os seres humanos, incorremos num distúrbio de formação da personalidade e da sexualidade de nossos filhos. Em outras palavras, os distúrbios causados pela iniquidade humana no trato com o seu amor original, pode criar distúrbios na formação do amor (do comportamento afetivo) dos filhos, o que poderá gerar a formação de patologias ou psicopatias do comportamento humano em relação à sua sexualidade. Isso clama por diferentes níveis de submissão: aquela que se refere à submissão do amor de Deus no coração dos homens, e à submissão do amor dos pais aos filhos, e desses aos pais, no que se refere ao amor, à obediência.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Vamos nos referir agora a uma série de textos e ideias que irão sugerir a origem da formação do comportamento homossexual/lésbico no comportamento humano, em outras palavras, aquilo que origina o homossexualismo/lesbianismo, ou seja, suas causas e origens mais profundas. Para isso, vamos nos referir aos ISP ou indicadores da Submissão Psicológica. Tais Indicadores de uma constante submissão psicológica, ou indicadores intelectuais, são dispositivos mentais que vão liderar o indivíduo subjetivamente tornando-o dependente constante dessa submissão. Alguns definem isso como caminhos neurais, dando-nos a entender, no entanto, que ao seguir por caminhos dessa natureza, tais indivíduos seguem por uma “estrada mental” que os conduzem dentro de uma submissão externa, causada pela influência externa do meio ambiente em que o indivíduo segue caminhando em seu dia-a-dia, por determinações causadas pelo convívio social, por sua condição social, pelo ambiente familiar que o influencia negativa ou positivamente, no sentido de definir os caminhos por onde ele deverá seguir indefinidamente. Mas, a submissão psicológica, à qual nos referimos, tem a ver com uma influência psicológica e psico-genética, que vai um pouco mais a fundo dentro da formação do subconsciente de um feto sendo gerado. Isso quer dizer que, anteriormente aos caminhos neurais seguidos por cada indivíduo em seu dia-a-dia, existem anteriormente a isso, tais indicadores de uma constante submissão psicológica, que necessariamente contribuirão também para a formação dos caminhos neurais definidos como estrada mental. Para definir isso mais claramente nós vamos mais uma vez à Palavra de Deus que diz o seguinte em Malaquias 4 verso 6: “He will turn the hearts of the parents to their children, and the hearts of the children to their parents; or else I will be coming and strike the land with total destruction”. Tal disponibilidade em operar semelhante transformação do coração dos pais ao coração dos filhos, tem a ver profundamente com o que dissemos anteriormente a respeito do amor original dos pais despojado aos filhos enquanto eles são gerados no interior do útero da mãe. E Deus aqui em tal verso, se refere às suas disposições originais, às suas promessas originais, tal como o próprio Deus concebe todas as coisas. Em outras palavras, Deus cria todas as coisas dentro de uma dimensão imersa em originalidade e pureza, sendo que para homem e mulher, existe certamente uma proposta de amor original sendo destituída de qualquer impureza ou iniquidade, criada por Deus como proposta original. Um exemplo disso, ocorre quando vemos a criação do Universo e dentro dele, a criação dos seres humanos, que originalmente foram criados puros, perfeitos e sem mancha de pecado ou corruptividade. Se existe pois tal disponibilidade humana em negar a reconciliação entre o amor dos pais, aos filhos, e contrariamente, o amor dos filhos aos pais, cremos que haverá uma disfunção, ou seja, uma deterioração de tal proposta original de reconciliação que criará distúrbios na formação da personalidade e da sexualidade humana. Existem, pois duas versões originais com sentidos diversificados. A versão em Inglês NIV., se refere ao termo TURN, que significa mudar, transformar, fazer voltar. E a versão em Português Almeida, se refere a CONVERTER, ou transformar intimamente, entendendo que a versão original em hebraico assegure os mesmos sentidos. As duas versões sendo somadas nos permite concluir que Deus operará de fato a conversão, a transformação, num movimento ativo, do que o amor dos pais deveria operar originalmente em relação ao coração dos filhos, ou seja, ao seu subconsciente em formação intima no útero. Isso nos remonta à proposta original de Deus para os pais em relação aos filhos, e que ao nos afastarmos de tal proposta original, causada por pecados e iniquidades, nós, os seres humanos, incorremos num distúrbio de formação da personalidade e da sexualidade de nossos filhos. Em outras palavras, os distúrbios causados pela iniquidade humana no trato com o seu amor original, pode criar distúrbios na formação do amor (do comportamento afetivo) dos filhos, o que poderá gerar a formação de patologias ou psicopatias do comportamento humano em relação à sua sexualidade. Isso clama por diferentes níveis de submissão: aquela que se refere à submissão do amor de Deus no coração dos homens, e à submissão do amor dos pais aos filhos, e desses aos pais, no que se refere ao amor, à obediência.
Sunday, June 30, 2019
CORRUPÇÃO DA PALAVRA E A CORRUPÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL - 7
A questão da Idolatria de imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil
Existe no Brasil o que chamarei de exagero da idolatria, no sentido de que o Brasil é um país essencialmente idólatra se nós o consideramos dentro de uma perspectiva cristã teológica. Para nós cristãos, a origem do comportamento idólatra tem, evidentemente, raízes no relato bíblico. E a origem da idolatria surge historicamente quando os seres humanos decidem por autonomia própria aderir a uma contravenção formal à liderança moral estabelecida para um povo, no caso o povo hebreu, e a uma contravenção à liderança legal estabelecida por Deus em suas leis para esse mesmo povo. Isso quer dizer que a partir das Leis de Deus entregues a Moisés no Monte Sinal, e nos livros de Levíticos e Deuteronômio, houve uma rejeição pública, que em outras palavras significa desobediência, comprometendo o povo com o próprio Deus, ao ponto de tal povo criar uma contravenção moral e legal a tais leis estabelecidas. Em outras palavras, o povo hebreu, que mais tarde se tornou o povo Judeu, entrou em contravenção contra Deus, rejeitando o que o próprio Deus havia estabelecido para tal povo, como nação escolhida e povo escolhido de Deus para as promessas de instauração do Reino de Deus, através de alianças e promessas divinas. Dentro de uma proposta semelhante, o povo brasileiro, por tradição religiosa e por desobediência à Bíblia como Palavra de Deus, assumiu em seu sincretismo religioso adorar uma série de imagens feitas por mãos humanas, desobedecendo as leis divinas e isso criou um agravante sócio-cultural e religioso que tem pesado muito sobre a estabilidade ético-moral e político-social do Brasil de modo abrangente e comprometedor. Tal predisposição à adoração de imagens, ou à idolatria, foi assumida historicamente em função de heranças culturais trazidas no bojo da formação cultural do país, e adotadas posteriormente ao longo de sua história como influência arraigada e indiscutível, desde o princípio de sua formação como nação. Tal como ocorreu com a influência de culturas advindas do Continente Africano ou advindas da tradição cultural europeia trazidas para o Brasil através do elemento português influenciados pelo igreja de Roma. Através do trabalho escravo no país que se intensificou desde meados do século XVI prosseguindo até à abolição oficial do escravagismo no Brasil em 1888, o elemento negro no país introduziu uma série de tradições religiosas advindas de tribos e nações africanas, logo após o início de sua implantação no Brasil como escravo, com a introdução de cultos e rituais africanos, quase sempre apresentando entidades religiosas idolatradas como sendo deidades únicas e absolutamente aceitas, que contribuíram para a formação do sincretismo religioso no país. O elemento português introduziu no Brasil, através de sua herança religiosa, o culto e a adoração de imagens, notadamente à imagem de Maria, em diversas formas e nomes, supostamente entendida e denominada a Mãe de Deus, e o culto e adoração às imagens do que era tido como a pessoa de Jesus Cristo, na forma de imagem pregado na cruz. Além disso, apesar da herança cultural introduzida no Brasil pelo elemento negro, os portugueses, seguindo orientação do Catolicismo Romano, também continuaram a manter a tradição da Igreja Católica, no sentido de seguir sua doutrina concernente ao culto e à adoração de imagens, como falamos acima. Posteriormente, a Igreja católica no Brasil, estabelecida como única denominação religiosa dominante no país, desde o descobrimento e a colonização do país, introduziu também o culto e a adoração a outras imagens de “santos” e “santas”que de modo geral eram tidas como parte de um ritual de adoração denominada “santeria”, por críticos e analistas teológicos de outras denominações e doutrinas religiosas.
A questão da Idolatria de imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil
Existe no Brasil o que chamarei de exagero da idolatria, no sentido de que o Brasil é um país essencialmente idólatra se nós o consideramos dentro de uma perspectiva cristã teológica. Para nós cristãos, a origem do comportamento idólatra tem, evidentemente, raízes no relato bíblico. E a origem da idolatria surge historicamente quando os seres humanos decidem por autonomia própria aderir a uma contravenção formal à liderança moral estabelecida para um povo, no caso o povo hebreu, e a uma contravenção à liderança legal estabelecida por Deus em suas leis para esse mesmo povo. Isso quer dizer que a partir das Leis de Deus entregues a Moisés no Monte Sinal, e nos livros de Levíticos e Deuteronômio, houve uma rejeição pública, que em outras palavras significa desobediência, comprometendo o povo com o próprio Deus, ao ponto de tal povo criar uma contravenção moral e legal a tais leis estabelecidas. Em outras palavras, o povo hebreu, que mais tarde se tornou o povo Judeu, entrou em contravenção contra Deus, rejeitando o que o próprio Deus havia estabelecido para tal povo, como nação escolhida e povo escolhido de Deus para as promessas de instauração do Reino de Deus, através de alianças e promessas divinas. Dentro de uma proposta semelhante, o povo brasileiro, por tradição religiosa e por desobediência à Bíblia como Palavra de Deus, assumiu em seu sincretismo religioso adorar uma série de imagens feitas por mãos humanas, desobedecendo as leis divinas e isso criou um agravante sócio-cultural e religioso que tem pesado muito sobre a estabilidade ético-moral e político-social do Brasil de modo abrangente e comprometedor. Tal predisposição à adoração de imagens, ou à idolatria, foi assumida historicamente em função de heranças culturais trazidas no bojo da formação cultural do país, e adotadas posteriormente ao longo de sua história como influência arraigada e indiscutível, desde o princípio de sua formação como nação. Tal como ocorreu com a influência de culturas advindas do Continente Africano ou advindas da tradição cultural europeia trazidas para o Brasil através do elemento português influenciados pelo igreja de Roma. Através do trabalho escravo no país que se intensificou desde meados do século XVI prosseguindo até à abolição oficial do escravagismo no Brasil em 1888, o elemento negro no país introduziu uma série de tradições religiosas advindas de tribos e nações africanas, logo após o início de sua implantação no Brasil como escravo, com a introdução de cultos e rituais africanos, quase sempre apresentando entidades religiosas idolatradas como sendo deidades únicas e absolutamente aceitas, que contribuíram para a formação do sincretismo religioso no país. O elemento português introduziu no Brasil, através de sua herança religiosa, o culto e a adoração de imagens, notadamente à imagem de Maria, em diversas formas e nomes, supostamente entendida e denominada a Mãe de Deus, e o culto e adoração às imagens do que era tido como a pessoa de Jesus Cristo, na forma de imagem pregado na cruz. Além disso, apesar da herança cultural introduzida no Brasil pelo elemento negro, os portugueses, seguindo orientação do Catolicismo Romano, também continuaram a manter a tradição da Igreja Católica, no sentido de seguir sua doutrina concernente ao culto e à adoração de imagens, como falamos acima. Posteriormente, a Igreja católica no Brasil, estabelecida como única denominação religiosa dominante no país, desde o descobrimento e a colonização do país, introduziu também o culto e a adoração a outras imagens de “santos” e “santas”que de modo geral eram tidas como parte de um ritual de adoração denominada “santeria”, por críticos e analistas teológicos de outras denominações e doutrinas religiosas.
Saturday, June 15, 2019
CORRUPÇÃO DA PALAVRA E A CORRUPÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DOS PARTIDOS POLITICOS NO BRASIL – 6
A questão da Idolatria de imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil.
Vimos anteriormente no capítulo 5 deste estudo, que nós questionávamos a origem do comportamento corrupto, ou do sentimento de corrupção no coração do homem, a partir da origem da corrupção nas atitudes de Satan, ao tentar se assemelhar a Deus, usurpando de seu trono. Em outras palavras, Lucifer criou o que chamamos de confusão universal ou universal disruption com sua tentativa de usurpação do trono divino. Isso foi um processo agressivo, e violento, contra a essência espiritual do Trono de Deus, o que suscitou uma reação imediata da parte do próprio Deus contra tal atitude. Razão pela qual também Cain matou seu irmão Abel, em função da “perturbação” causada pela influência da iniquidade que já existia no mundo ( e no coração dos seres humanos ) desde o pecado de Adão e Eva, através do contágio provocado pelo pecado. Todo o pecado pré-existente criou atitudes de violência e agressividade no coração humano em função da agressividade do próprio pecado pré-original. Isso explica em tese a origem das reações violentas no coração humano. Em outras palavras, o pecado gera violência e continuará gerando indefinidamente, a não ser que o ser humano consiga abolir o comportamento iníquo e pecaminoso de sua vida. Na verdade, o pecado é idolatrado como sentimento íntimo, essencial, dentro do coração humano, a partir do instante em que as reações de agressividade e violência (e iniquidade e corrupção) são manifestações patológicas, ou doentias da alma humana, e desta forma continuarão gerando toda sorte de atos iníquos. O ser humano dá vasão a tal idolatria na medida em que alimenta a proliferação de um espírito de iniquidade, pois toda iniquidade tem origem no pecado. É uma idolatria do subconsciente humano, ou seja, a partir das raízes de iniquidade, provocada pelo pré-pecado original com Lúcifer, e do pecado original, provocado pela desobediência de Adão e Eva. O ser humano, então, acaba não percebendo a nível de consciência o que ele gera, produz, com sua iniquidade, e com seu crime. Em outras palavras, o ser humano idolatra o pecado, enquanto se alimenta de seus frutos. O pecado produz mais pecados, assim como a idolatria produz mais idolatrias e mais pecados, mais sentimentos iníquos, mais pensamentos iníquos, mais corruptividade. Ou seja, a idolatria tem como origem essencial, um sentimento de idolatria advindo da idolatria do pecado. Em outras palavras, quando a contravenção pecaminosa passou a existir no planeta e no coração humano (subconsciente e consciente), cada ser humano se tornou propenso a agir segundo a influência contagiante de seus atos iníquos. E até mesmo a ambição pelo poder contém um resquício de influência pecaminoso. A idolatria surge exatamente quando nós prosseguimos com nossos atos iníquos e alimentamos os frutos do pecado ao objetivarmos a proliferação de nossos atos iníquos. Tal adesão significa uma resposta positiva à idolatria do pecado. ( continua ).
A questão da Idolatria de imagens e sua influência nefasta sobre a formação de uma autêntica fé cristã no Brasil.
Vimos anteriormente no capítulo 5 deste estudo, que nós questionávamos a origem do comportamento corrupto, ou do sentimento de corrupção no coração do homem, a partir da origem da corrupção nas atitudes de Satan, ao tentar se assemelhar a Deus, usurpando de seu trono. Em outras palavras, Lucifer criou o que chamamos de confusão universal ou universal disruption com sua tentativa de usurpação do trono divino. Isso foi um processo agressivo, e violento, contra a essência espiritual do Trono de Deus, o que suscitou uma reação imediata da parte do próprio Deus contra tal atitude. Razão pela qual também Cain matou seu irmão Abel, em função da “perturbação” causada pela influência da iniquidade que já existia no mundo ( e no coração dos seres humanos ) desde o pecado de Adão e Eva, através do contágio provocado pelo pecado. Todo o pecado pré-existente criou atitudes de violência e agressividade no coração humano em função da agressividade do próprio pecado pré-original. Isso explica em tese a origem das reações violentas no coração humano. Em outras palavras, o pecado gera violência e continuará gerando indefinidamente, a não ser que o ser humano consiga abolir o comportamento iníquo e pecaminoso de sua vida. Na verdade, o pecado é idolatrado como sentimento íntimo, essencial, dentro do coração humano, a partir do instante em que as reações de agressividade e violência (e iniquidade e corrupção) são manifestações patológicas, ou doentias da alma humana, e desta forma continuarão gerando toda sorte de atos iníquos. O ser humano dá vasão a tal idolatria na medida em que alimenta a proliferação de um espírito de iniquidade, pois toda iniquidade tem origem no pecado. É uma idolatria do subconsciente humano, ou seja, a partir das raízes de iniquidade, provocada pelo pré-pecado original com Lúcifer, e do pecado original, provocado pela desobediência de Adão e Eva. O ser humano, então, acaba não percebendo a nível de consciência o que ele gera, produz, com sua iniquidade, e com seu crime. Em outras palavras, o ser humano idolatra o pecado, enquanto se alimenta de seus frutos. O pecado produz mais pecados, assim como a idolatria produz mais idolatrias e mais pecados, mais sentimentos iníquos, mais pensamentos iníquos, mais corruptividade. Ou seja, a idolatria tem como origem essencial, um sentimento de idolatria advindo da idolatria do pecado. Em outras palavras, quando a contravenção pecaminosa passou a existir no planeta e no coração humano (subconsciente e consciente), cada ser humano se tornou propenso a agir segundo a influência contagiante de seus atos iníquos. E até mesmo a ambição pelo poder contém um resquício de influência pecaminoso. A idolatria surge exatamente quando nós prosseguimos com nossos atos iníquos e alimentamos os frutos do pecado ao objetivarmos a proliferação de nossos atos iníquos. Tal adesão significa uma resposta positiva à idolatria do pecado. ( continua ).
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