SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 53
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Fomos buscar em F. Nietzsche, em sua teoria da consciência, um melhor entendimento e definição do que vem a ser consciência humana. Em seu livro “The Gay Science”, cujo subtítulo é “The Joyful Wisdom”, publicado em 1882, como era de se esperar não foi escrito para os gays, mas o autor quis declarar as intenções de encorajamento das liberdades intelectuais. No livro o autor afirma que tudo o que se refere à consciência humana é falsificado. Em outras palavras, Nietzsche afirma que “tudo que se torna consciente envolve uma grande e total corrupção, falsificação, redução a superficialidades, e generalizações”. O que include também uma série de teorias da conspiração. (quoted from “Nietzsche’s Theory of Mind: Consciousness and Conceptualization”, in Paul Katsafanas, 2005). É evidente que o conceito de consciência hoje se tornou profundamente humanístico, a tal ponto de nos permitir concluir que o homem é apenas homem dentro do Universo, mas destituído de projeções infinitas e desconectado dos Conceitos Universais. A propósito das projeções infinitas da consciência humana, percebe-se hoje claramente uma profunda dicotomia entre ciência, espiritualidade e secularismo, na qual existe uma íntima obsessão da mente humana pelo espaço, pelo fascínio direcionado às coisas siderais, e por outro lado, uma intenção clara e imediata de se voltar ao humanismo como forma de se estabelecer a cultura humana dentro de limites relativistas e humanísticos, destituídos de espiritualidade. A absorção das dimensões do tempo e do século, como umas das únicas alternativas para o existencialismo humano, permitindo à consciência humana estabelecer critérios e padrões de comportamento que possam moldar respostas e direcionamentos existenciais. E tal proposta relativiza as alternativas dimensionais da cultura humana, a um nível meramente sensual, cerebral, materialístico, voltado para o entorno da mente humana dentro dos diversos padrões ou formas de sistemas criados pelo próprio homem. E isso inclui um relativismo relacional entre homem/espaço, entre homem/cultura, homem/poder econômico, e entre homem/homem em suas várias modalidades ou formas de projeções intelectuais, ou seja, competitividade, relacionamentos, criatividade, emoções e sentimentos hedonísticos, sexualidade, intelectualismo, espiritualidade e empirismo científico. E semelhante relativismo relacional também inclui outras formas de manifestação, quais sejam, o relativismo científico, que subestima o homem não científico, ao se declarar potencialmente um “quase Deus” em seus progressos e descobertas científicas. São doenças relativas de nosso próprio milieu sócio-cultural e científico, que além de criarem dilemas à consciência humana (corrupção, falsificação, superficialismos e generalizações) permite que ela creia que a eternidade, por exemplo, pode ser obtida por meio de recursos financeiros ou através de pesquisas científicas. O homem pretende ser comparado a Deus da mesma forma como Lúcifer tencionou ser semelhante a Deus. Mas o que caracteriza tal visão científica é a ideia relativizada de que o ser humano, através da ciência, assume tal comparação dentro dos limites de sua própria relatividade, o que o torna falsamente consciente, relativizado, sensual e racionalmente limitado. Isso criou também uma falácia, qual seja, a de acharmos que a ciência tem a solução para todos os problemas existenciais humanos e que ela, portanto, saberá ditar as regras para a conduta moral e existencial humana em todos os demais níveis. Tal nos permite crer que nosso relativismo empírico/científico vai muito além do que nós podemos imaginar. No entanto, a fraqueza racional da consciência humana nas idades moderna e pós-moderna, é limitada (toda a fraqueza é limitada), relativista e empírica, chegando mesmo a ignorar ou desconhecer o que Deus realmente é em sua essência e poder. Se o homem pode relativizar seu relacionamento com o eterno, ele certamente saberá relativizar suas relações consigo mesmo. E isso cria um precedente, qual seja, tornar possível a interação multirelacional entre homem e homem, mulher e mulher, homem e espaço, homem/espiritualidade e homem/empirismo científico.
Tuesday, September 17, 2019
Sunday, September 1, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 52
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Esse é o maior de todos os problemas humanos: a falta de amor proveniente da visceral e profunda insegurança intima vivida por cada um de nós. O homossexualismo/lesbianismo está tomando conta dos palanques de nossa sociedade, ao custo da falta de amor entre homens e mulheres que não tiveram tempo, ou intensão de amar, ou exprimir paixão mútua um pelo outro enquanto estavam casados, ou até mesmo antes do casamento. Se não nos nutrimos de amor, não pode existir amor que transforma o Universo. A insegurança humana gerada pela ausência do amor de Deus no coração humano, tenta se identificar com tal amor, mas o sente distante, porque o busca em seus próprios termos. E tal perspectiva humanística afugenta o amor de Deus. Os casais não recarregam mais suas baterias de afetividade e amor com o alimento próprio do amor que é o Amor de Deus. A energia do amor de Deus que alimenta a energia de nosso amor. A partir desse distanciamento que afasta o coração humano do coração de Deus, começa o humanismo humano, a vida sendo relegada ao existencialismo, ao humanismo, ao secularismo, ao nihilism, ao ateísmo. Nós queremos estar no chão, plantados na Terra, metidos com o mundanismo, mas não entendemos o que é ser abertos para o Universo, para a eternidade. Pelo contrário, nós queremos e buscamos misturar tudo: sermos do século, e ao mesmo tempo sermos do Universo; sermos de Deus, e ao mesmo tempo sermos do tempo, do limitado, do temporal e efêmero, e do mal. Isso é o que a mente humana perde essencialmente com a presença do mal, do pecado, da energia negativa em nossas vidas. O amor se esvai dando lugar ao vazio do amor. Há uma passagem bíblica que diz isso quando se refere a um lugar limpo e vazio, que se não for preenchido pelo amor de Deus, torna-se morada potencial para o mal. ( Lucas 11:26 ). Nós atraímos energia negativa facilmente, quando nos afastamos do amor de Deus, a fonte de toda energia positiva, toda a energia transformadora, não somente da Terra, mas de todo o Universo. Na verdade o mal não existe a não ser que seja gerado pelo mal humano, a partir de uma energia negativa que também tem poder para transformar a realidade. O que significa dizer que o mal se transfere para fora do agente gerador do mal e se consolida, gerando uma coisa ruim, algo de fama ruim ou de consequências ruins, proveniente do afã em produzir sua própria expansão. Escrevendo em seu livro "The Gay Science" o filosofo alemao F. Nietzsche diz que "se alguma coisa é perigosa, ela certamente fará alguma coisa", referindo-se à consciência humana. Ninguém esperava que Cain matasse Abel, mas de repente tal crime nos surpreende e nos deixa na expectativa de entendê-lo em suas motivações mais profundas. O mal foi gerado com força total, objetivando aquilo que mais o agrada, ou seja, destruir a vida. E todo mal quer se projetar como forte, como destrutivo e indestrutível, como altamente poderoso. O bem, necessariamente, não precisa se expandir como bem, mas como a energia eterna e positiva do amor. Amor entre marido e mulher, entre pais e filhos, amor dentre os membros da mesma igreja, da mesma sociedade e nação. A Bíblia nos diz que o bem viverá eternamente mas o mal perecerá num lago de fogo. Tal é o paradoxo entre o Eterno e a Realidade em que vivemos fadada à extinção. Hoje em dia se fala muito sobre destruição do planeta, extinção de espécies, e extinção da raça humana. Mas toda essa tragédia está sendo prognosticada, gerada e alimentada pelo mal que existe no planeta, sendo gerado a cada instante, a cada segundo de nossa vida como seres humanos. O mal em todas as suas formas: mal camuflado, mal aparente, mal do coração e mal da mente. Não existe bem algum que esteja por detrás de qualquer extinção. O bem gerado pelo bem e que se nutre no Bem Supremo, não pode gerar o mal. No entanto, existe uma força estranha, manipulando o poder, e fomentando o mal sobre a face do planeta. Tal força se chama pecado humano, que se consolida formando uma base solida de malignidade, ou de energia negativa, associada à sua própria expansão e às intenções imperialistas de Satan.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Esse é o maior de todos os problemas humanos: a falta de amor proveniente da visceral e profunda insegurança intima vivida por cada um de nós. O homossexualismo/lesbianismo está tomando conta dos palanques de nossa sociedade, ao custo da falta de amor entre homens e mulheres que não tiveram tempo, ou intensão de amar, ou exprimir paixão mútua um pelo outro enquanto estavam casados, ou até mesmo antes do casamento. Se não nos nutrimos de amor, não pode existir amor que transforma o Universo. A insegurança humana gerada pela ausência do amor de Deus no coração humano, tenta se identificar com tal amor, mas o sente distante, porque o busca em seus próprios termos. E tal perspectiva humanística afugenta o amor de Deus. Os casais não recarregam mais suas baterias de afetividade e amor com o alimento próprio do amor que é o Amor de Deus. A energia do amor de Deus que alimenta a energia de nosso amor. A partir desse distanciamento que afasta o coração humano do coração de Deus, começa o humanismo humano, a vida sendo relegada ao existencialismo, ao humanismo, ao secularismo, ao nihilism, ao ateísmo. Nós queremos estar no chão, plantados na Terra, metidos com o mundanismo, mas não entendemos o que é ser abertos para o Universo, para a eternidade. Pelo contrário, nós queremos e buscamos misturar tudo: sermos do século, e ao mesmo tempo sermos do Universo; sermos de Deus, e ao mesmo tempo sermos do tempo, do limitado, do temporal e efêmero, e do mal. Isso é o que a mente humana perde essencialmente com a presença do mal, do pecado, da energia negativa em nossas vidas. O amor se esvai dando lugar ao vazio do amor. Há uma passagem bíblica que diz isso quando se refere a um lugar limpo e vazio, que se não for preenchido pelo amor de Deus, torna-se morada potencial para o mal. ( Lucas 11:26 ). Nós atraímos energia negativa facilmente, quando nos afastamos do amor de Deus, a fonte de toda energia positiva, toda a energia transformadora, não somente da Terra, mas de todo o Universo. Na verdade o mal não existe a não ser que seja gerado pelo mal humano, a partir de uma energia negativa que também tem poder para transformar a realidade. O que significa dizer que o mal se transfere para fora do agente gerador do mal e se consolida, gerando uma coisa ruim, algo de fama ruim ou de consequências ruins, proveniente do afã em produzir sua própria expansão. Escrevendo em seu livro "The Gay Science" o filosofo alemao F. Nietzsche diz que "se alguma coisa é perigosa, ela certamente fará alguma coisa", referindo-se à consciência humana. Ninguém esperava que Cain matasse Abel, mas de repente tal crime nos surpreende e nos deixa na expectativa de entendê-lo em suas motivações mais profundas. O mal foi gerado com força total, objetivando aquilo que mais o agrada, ou seja, destruir a vida. E todo mal quer se projetar como forte, como destrutivo e indestrutível, como altamente poderoso. O bem, necessariamente, não precisa se expandir como bem, mas como a energia eterna e positiva do amor. Amor entre marido e mulher, entre pais e filhos, amor dentre os membros da mesma igreja, da mesma sociedade e nação. A Bíblia nos diz que o bem viverá eternamente mas o mal perecerá num lago de fogo. Tal é o paradoxo entre o Eterno e a Realidade em que vivemos fadada à extinção. Hoje em dia se fala muito sobre destruição do planeta, extinção de espécies, e extinção da raça humana. Mas toda essa tragédia está sendo prognosticada, gerada e alimentada pelo mal que existe no planeta, sendo gerado a cada instante, a cada segundo de nossa vida como seres humanos. O mal em todas as suas formas: mal camuflado, mal aparente, mal do coração e mal da mente. Não existe bem algum que esteja por detrás de qualquer extinção. O bem gerado pelo bem e que se nutre no Bem Supremo, não pode gerar o mal. No entanto, existe uma força estranha, manipulando o poder, e fomentando o mal sobre a face do planeta. Tal força se chama pecado humano, que se consolida formando uma base solida de malignidade, ou de energia negativa, associada à sua própria expansão e às intenções imperialistas de Satan.
Sunday, August 25, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 51
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Uma energia sexual equilibrada (ESE) que controla e emite bons fluidos para a sexualidade da criança, é uma pura energia sexual sendo transmitida ao feto e à formação de sua própria sexualidade. Se tal fluxo energético é contínuo e duradouro, a criança recebe uma dose muito grande de ESE que tende a equilibrar a formação de uma energia sexual equilibrada. Desta forma, e em consequência, nasce uma criança saudável e equilibrada sexual e psicologicamente. A energia sexual transmitida pelo homem à mulher é muito energética, estimulante criadora e muito positiva, ou seja, não existe polaridade negativa na energia sexual transmitida pelo homem, de modo geral. O mesmo ocorre com a energia sexual transmitida pela mulher ao homem. Ela é criadora, empreendedora, transmite coragem, força, idealismo, e sonhos. E tem polaridade também positiva. Mas caracterizadas por forças de oposição e atração. A mulher exerce uma atratividade extrema a homens de modo geral. As mulheres são realmente excitantes e especialmente agora na era pós-moderna em que houve uma liberação maior da mulher, elas se embelezam mais, se cuidam mais em termos físicos e intelectuais e acabam se tornando verdadeiras obras de arte vivas. E por causa de sua carga hormonal exclusiva, toda a energia sexual feminina reunida exerce uma profunda atratividade aos homens, em geral. Toda energia positiva tem alto poder de atração específico ou APAE, razão pela qual o nível de atratividade bipolarizada advinda de homem e mulher, é bem maior entre ambos, no sentido da continuidade expansiva da geração de energia através da geração de vida. Gerar vida é bem melhor do que não gerar, comprar ou matá-la. A criança, então, recebe uma dosagem de energia sexual equilibrada sobre sua própria energia sexual (sexualidade) sendo gerada. E tal energia sexual equilibrada gerada pelos pais equilibra a energia sexual da criança em formação. Nesse sentido a força dinâmica e atrativa do amor começa a exercer um poder extraordinário capaz de romper e destruir a força negativa de um buraco negro, por exemplo. Os buracos negros ( que estão em toda parte nas dimensões mais diversificadas ) crescem porque são gerados por uma força manipuladora ou energia negativa de atratividade destrutiva. Além desse poder energético extraordinário, a força do amor produz vida, que somente ocorre nesse nível de interação entre duas diferentes energias sexuais, como foi estabelecido desde o princípio. A energia negativa de atratividade destrutiva não produz vida, mas a consome e destrói. Deus é pura energia pessoal e infinita que injeta na vida humana uma partícula dessa energia pessoal e infinita. Razão pela qual nós nascemos e recebemos harmonia e equilíbrio da energia sexual equilibrada transmitida pelo amor dos pais. Então, podemos admitir que Deus implanta essa semente de energia equilibrada na vida humana e tal semente define a semelhança divina em nós. Isso nos identifica como seres em identidade e harmonia com o eterno. As Parábolas do Semeador e da Videira no relato bíblico ilustram muito bem isso. ( O uso excessivo da palavra Energia ou de termos relacionados nesse texto, não quer dizer que se trata aqui de estudos esotéricos, extraterrestres, ou de física quântica. Na verdade a palavra PODER no relato bíblico tem ressonância tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A palavra “dínamo” ( poder ou energia ) no NT., se refere essencialmente a um “gerador de energia.”) O tema parece um tanto complexo mas somente desta forma poderemos entender melhor a interação de termos dessa dimensão.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Uma energia sexual equilibrada (ESE) que controla e emite bons fluidos para a sexualidade da criança, é uma pura energia sexual sendo transmitida ao feto e à formação de sua própria sexualidade. Se tal fluxo energético é contínuo e duradouro, a criança recebe uma dose muito grande de ESE que tende a equilibrar a formação de uma energia sexual equilibrada. Desta forma, e em consequência, nasce uma criança saudável e equilibrada sexual e psicologicamente. A energia sexual transmitida pelo homem à mulher é muito energética, estimulante criadora e muito positiva, ou seja, não existe polaridade negativa na energia sexual transmitida pelo homem, de modo geral. O mesmo ocorre com a energia sexual transmitida pela mulher ao homem. Ela é criadora, empreendedora, transmite coragem, força, idealismo, e sonhos. E tem polaridade também positiva. Mas caracterizadas por forças de oposição e atração. A mulher exerce uma atratividade extrema a homens de modo geral. As mulheres são realmente excitantes e especialmente agora na era pós-moderna em que houve uma liberação maior da mulher, elas se embelezam mais, se cuidam mais em termos físicos e intelectuais e acabam se tornando verdadeiras obras de arte vivas. E por causa de sua carga hormonal exclusiva, toda a energia sexual feminina reunida exerce uma profunda atratividade aos homens, em geral. Toda energia positiva tem alto poder de atração específico ou APAE, razão pela qual o nível de atratividade bipolarizada advinda de homem e mulher, é bem maior entre ambos, no sentido da continuidade expansiva da geração de energia através da geração de vida. Gerar vida é bem melhor do que não gerar, comprar ou matá-la. A criança, então, recebe uma dosagem de energia sexual equilibrada sobre sua própria energia sexual (sexualidade) sendo gerada. E tal energia sexual equilibrada gerada pelos pais equilibra a energia sexual da criança em formação. Nesse sentido a força dinâmica e atrativa do amor começa a exercer um poder extraordinário capaz de romper e destruir a força negativa de um buraco negro, por exemplo. Os buracos negros ( que estão em toda parte nas dimensões mais diversificadas ) crescem porque são gerados por uma força manipuladora ou energia negativa de atratividade destrutiva. Além desse poder energético extraordinário, a força do amor produz vida, que somente ocorre nesse nível de interação entre duas diferentes energias sexuais, como foi estabelecido desde o princípio. A energia negativa de atratividade destrutiva não produz vida, mas a consome e destrói. Deus é pura energia pessoal e infinita que injeta na vida humana uma partícula dessa energia pessoal e infinita. Razão pela qual nós nascemos e recebemos harmonia e equilíbrio da energia sexual equilibrada transmitida pelo amor dos pais. Então, podemos admitir que Deus implanta essa semente de energia equilibrada na vida humana e tal semente define a semelhança divina em nós. Isso nos identifica como seres em identidade e harmonia com o eterno. As Parábolas do Semeador e da Videira no relato bíblico ilustram muito bem isso. ( O uso excessivo da palavra Energia ou de termos relacionados nesse texto, não quer dizer que se trata aqui de estudos esotéricos, extraterrestres, ou de física quântica. Na verdade a palavra PODER no relato bíblico tem ressonância tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A palavra “dínamo” ( poder ou energia ) no NT., se refere essencialmente a um “gerador de energia.”) O tema parece um tanto complexo mas somente desta forma poderemos entender melhor a interação de termos dessa dimensão.
Friday, August 16, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 50
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
De modo geral não existe um consenso amplo que vê na masturbação resultados apenas negativos. Existe uma série de psicólogos e médicos urologistas que insistem em afirmar que a masturbação é benéfica à saúde daqueles que a praticam. Por questões de indiferença ou por evitarem interferir nas liberdades individuais, muitos psicólogos, médicos, psiquiatras e conselheiros profissionais acabam relegando o problema, ou simplesmente não apresentam em profundidade as suas mais terríveis consequências. Uma delas seria afirmar que por sua própria natureza, a masturbação, ao subjetivar uma atitude reflexiva voltada para a satisfação dos impulsos sexuais de um individuo que, por si, se isola e busca apenas satisfação pessoal, tal atitude é essencialmente homossexual em seus princípios, pois reafirma as intenções de um único individuo isolado fazendo sexo consigo mesmo, buscando satisfação pessoal reflexivamente, negando que o sexo possa ser compartilhado. E normalmente o que ocorre é que aqueles que a praticam, quase sempre buscam compartilhar tais experiências com indivíduos do mesmo sexo, em função da natureza ético-moral envolvendo a masturbação e das motivações pessoais que levam principalmente jovens e adolescentes a se masturbarem. Além disso, à medida que o individuo busca satisfação por meio da manipulação do seu sexo, masturbar-se excessivamente pode causar sérios danos a veias, músculos e nervos que permitem a ejaculação, gerando posteriormente uma série de outros problemas ligados à ejaculação prematura, danos sobre a sensibilidade, à feminilidade e à virilidade dos órgãos genitais, redução do nível de energia física e sexual que um dos cônjuges ou parceiro pode precisar durante a relação sexual. Somado a isso, podemos afirmar que existem efeitos colaterais provocados por masturbação excessiva, e dentre tais efeitos, podemos enumerar: fadiga, ejaculação precoce provocada pela debilitação de nervos, músculos e vasos sanguíneos que circundam o pênis, inibição das atividades sexuais entre cônjuges, danos físicos ao pênis ou à vagina, problemas de visão, dores musculares na região lombar da coluna, provocadas por excessiva manipulação dos órgãos genitais, estresse causado por tal manipulação, problemas renais e nas glândulas supra-renais, dores testiculares, e até mesmo queda de cabelo. Mas, os efeitos mais nocivos ligados à masturbação excessiva estão relacionados à inibição do orgasmo, e aos danos causados em músculos, nervos, vasos sanguíneos e em todo os órgãos responsáveis pela manutenção de uma ejaculação saudável, seguida por um nível de orgasmo também saudável e satisfatório. Tais problemas certamente vão predispor o indivíduo a gerar sérias consequências em sua vida sexual, e em muitos casos, levando um dos parceiros a se sentir debilitado e incapaz de sentir orgasmos ou de levar o cônjuge a atingir um nível de orgasmo satisfatório. E neste caso, uma série de problemas podem ser gerados na vida sexual do casal, homem e mulher, afastando-os de si próprios, e geralmente levando-os a optar por experiências sexuais extra-conjugais e até mesmo homossexuais.
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
De modo geral não existe um consenso amplo que vê na masturbação resultados apenas negativos. Existe uma série de psicólogos e médicos urologistas que insistem em afirmar que a masturbação é benéfica à saúde daqueles que a praticam. Por questões de indiferença ou por evitarem interferir nas liberdades individuais, muitos psicólogos, médicos, psiquiatras e conselheiros profissionais acabam relegando o problema, ou simplesmente não apresentam em profundidade as suas mais terríveis consequências. Uma delas seria afirmar que por sua própria natureza, a masturbação, ao subjetivar uma atitude reflexiva voltada para a satisfação dos impulsos sexuais de um individuo que, por si, se isola e busca apenas satisfação pessoal, tal atitude é essencialmente homossexual em seus princípios, pois reafirma as intenções de um único individuo isolado fazendo sexo consigo mesmo, buscando satisfação pessoal reflexivamente, negando que o sexo possa ser compartilhado. E normalmente o que ocorre é que aqueles que a praticam, quase sempre buscam compartilhar tais experiências com indivíduos do mesmo sexo, em função da natureza ético-moral envolvendo a masturbação e das motivações pessoais que levam principalmente jovens e adolescentes a se masturbarem. Além disso, à medida que o individuo busca satisfação por meio da manipulação do seu sexo, masturbar-se excessivamente pode causar sérios danos a veias, músculos e nervos que permitem a ejaculação, gerando posteriormente uma série de outros problemas ligados à ejaculação prematura, danos sobre a sensibilidade, à feminilidade e à virilidade dos órgãos genitais, redução do nível de energia física e sexual que um dos cônjuges ou parceiro pode precisar durante a relação sexual. Somado a isso, podemos afirmar que existem efeitos colaterais provocados por masturbação excessiva, e dentre tais efeitos, podemos enumerar: fadiga, ejaculação precoce provocada pela debilitação de nervos, músculos e vasos sanguíneos que circundam o pênis, inibição das atividades sexuais entre cônjuges, danos físicos ao pênis ou à vagina, problemas de visão, dores musculares na região lombar da coluna, provocadas por excessiva manipulação dos órgãos genitais, estresse causado por tal manipulação, problemas renais e nas glândulas supra-renais, dores testiculares, e até mesmo queda de cabelo. Mas, os efeitos mais nocivos ligados à masturbação excessiva estão relacionados à inibição do orgasmo, e aos danos causados em músculos, nervos, vasos sanguíneos e em todo os órgãos responsáveis pela manutenção de uma ejaculação saudável, seguida por um nível de orgasmo também saudável e satisfatório. Tais problemas certamente vão predispor o indivíduo a gerar sérias consequências em sua vida sexual, e em muitos casos, levando um dos parceiros a se sentir debilitado e incapaz de sentir orgasmos ou de levar o cônjuge a atingir um nível de orgasmo satisfatório. E neste caso, uma série de problemas podem ser gerados na vida sexual do casal, homem e mulher, afastando-os de si próprios, e geralmente levando-os a optar por experiências sexuais extra-conjugais e até mesmo homossexuais.
Tuesday, August 6, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 49
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
A masturbação, na verdade, é uma busca por uma experimentação alternativa da sexualidade humana, que predispõe o individuo a gostar de se manipular, sem ter a consciência do que tal manipulação pode lhe causar em termos físicos, biológicos e psicológicos. E muitas são as consequências disso. Uma delas, o pênis pode adquirir uma forma encurvada para a esquerda ou para a direita, dependendo de que mão o manipula, e da força com que a mão o oprime. Além disso, o componente psicossomático dessa manipulação, leva o individuo a gostar de se manipular constantemente e fazê-lo sentir na ejaculação, um prazer transitório e limitado que o predispõe à substituição da relação sexual entre sexos opostos, por mera manipulação individualizada. O hábito de se manipular frequentemente, leva-o a criar gosto pelo toque do pênis, ou da vagina, e a força de tal hábito o leva a gostar de manipular o pênis. Tal atração, movida por um sentimento de prazer, cria em sua mente uma associação de ideias, um ciclo persuasivo. Tal ciclo é mostrado de forma reduzida (pois não se refere à sexualidade) pelo autor de O PODER DO HABITO, ( “The Power of Habit” ), Charles Duhigg, à pagina 263, em que o indivíduo adquire uma rotina constante de manipulação, entra numa fase de recompensa ligada ao prazer da ejaculação, anseia, então, por um desejo incontido de se excitar ainda mais, o que o autor chama de “anseio por entorpecimento”, e posteriormente é confrontado pela autocrítica de seus próprios atos, ou seja, ele entra em crise consigo mesmo, por se sentir frustrado ao perceber que tal prazer poderia ter sido ainda mais intenso. E tal anseio por entorpecimento, é na verdade, uma forma de sobrestimar, ou elevar a um nível mais intenso, o desejo de prazer, e a busca por alternativas que o induzam a mais prazer e excitamento. Em alguns casos, o indivíduo que se excita com a manipulação do próprio pênis, ou da própria vagina, é quase sempre levado a estender o prazer da manipulação a um nível mais agressivo, carente de mais excitação, que o leva ao sexo oral, ou à pornografia. A partir do instante em que o pênis não o induz mais a um prazer mais intenso, ele percebe que é preciso buscar por outras alternativas de prazer, razão pela qual ele busca por artificialismos, por cremes excitantes, formas alternativas de se relacionar sexualmente, que incluem o sexo anal. Nesse instante caem grande parte das barreiras que o impediam de estender sua relação sexual até a níveis homossexuais, pois o sexo passa a ser entendido como uma forma de liberação de prazer e alívio de tensões na sexualidade, e não como forma de expressão de amor, carinho, prazer, realização da sexualidade no relacionamento entre homem e mulher. O sexo perde sua função mais primordial, e não conservadora perdendo grande parte de seu controle ético e moral, como assumido pela relação entre parceiros de sexo oposto, perdendo, então, sua funcionalidade específica, e adquire apenas uma objetividade hedonística, ou seja, uma subjetividade voltada apenas para o prazer em si. Para aqueles que buscam apenas por prazer e excitação, o sexo vislumbra apenas satisfação ilimitada, uma forma de liberalismo intenso como expressão de individualidade e sensualismo, não respeitando as formas de sua função específica, adquirindo ainda, alternativas até mesmo culturais, em função de seu apelo sócio-cultural, o que faz com que o indivíduo se lance a ele de forma descontrolada, secularizada e sensualizada.
ALGUMAS IDEIAS RETIRADAS DO CONCEITO DA SEXUALIDADE HUMANA NA CRIAÇÃO DO SEXO.
A masturbação, na verdade, é uma busca por uma experimentação alternativa da sexualidade humana, que predispõe o individuo a gostar de se manipular, sem ter a consciência do que tal manipulação pode lhe causar em termos físicos, biológicos e psicológicos. E muitas são as consequências disso. Uma delas, o pênis pode adquirir uma forma encurvada para a esquerda ou para a direita, dependendo de que mão o manipula, e da força com que a mão o oprime. Além disso, o componente psicossomático dessa manipulação, leva o individuo a gostar de se manipular constantemente e fazê-lo sentir na ejaculação, um prazer transitório e limitado que o predispõe à substituição da relação sexual entre sexos opostos, por mera manipulação individualizada. O hábito de se manipular frequentemente, leva-o a criar gosto pelo toque do pênis, ou da vagina, e a força de tal hábito o leva a gostar de manipular o pênis. Tal atração, movida por um sentimento de prazer, cria em sua mente uma associação de ideias, um ciclo persuasivo. Tal ciclo é mostrado de forma reduzida (pois não se refere à sexualidade) pelo autor de O PODER DO HABITO, ( “The Power of Habit” ), Charles Duhigg, à pagina 263, em que o indivíduo adquire uma rotina constante de manipulação, entra numa fase de recompensa ligada ao prazer da ejaculação, anseia, então, por um desejo incontido de se excitar ainda mais, o que o autor chama de “anseio por entorpecimento”, e posteriormente é confrontado pela autocrítica de seus próprios atos, ou seja, ele entra em crise consigo mesmo, por se sentir frustrado ao perceber que tal prazer poderia ter sido ainda mais intenso. E tal anseio por entorpecimento, é na verdade, uma forma de sobrestimar, ou elevar a um nível mais intenso, o desejo de prazer, e a busca por alternativas que o induzam a mais prazer e excitamento. Em alguns casos, o indivíduo que se excita com a manipulação do próprio pênis, ou da própria vagina, é quase sempre levado a estender o prazer da manipulação a um nível mais agressivo, carente de mais excitação, que o leva ao sexo oral, ou à pornografia. A partir do instante em que o pênis não o induz mais a um prazer mais intenso, ele percebe que é preciso buscar por outras alternativas de prazer, razão pela qual ele busca por artificialismos, por cremes excitantes, formas alternativas de se relacionar sexualmente, que incluem o sexo anal. Nesse instante caem grande parte das barreiras que o impediam de estender sua relação sexual até a níveis homossexuais, pois o sexo passa a ser entendido como uma forma de liberação de prazer e alívio de tensões na sexualidade, e não como forma de expressão de amor, carinho, prazer, realização da sexualidade no relacionamento entre homem e mulher. O sexo perde sua função mais primordial, e não conservadora perdendo grande parte de seu controle ético e moral, como assumido pela relação entre parceiros de sexo oposto, perdendo, então, sua funcionalidade específica, e adquire apenas uma objetividade hedonística, ou seja, uma subjetividade voltada apenas para o prazer em si. Para aqueles que buscam apenas por prazer e excitação, o sexo vislumbra apenas satisfação ilimitada, uma forma de liberalismo intenso como expressão de individualidade e sensualismo, não respeitando as formas de sua função específica, adquirindo ainda, alternativas até mesmo culturais, em função de seu apelo sócio-cultural, o que faz com que o indivíduo se lance a ele de forma descontrolada, secularizada e sensualizada.
Sunday, July 28, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 48
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Tal procura por pontos de convergência de afetividade se manifesta através de uma carência íntima, subconsciente, que tende a se manifestar eventualmente, quando a criança, o adolescente ou o adulto se encontram em situações de pressão social externa, ou de estresse, ou em pressões íntimas provocadas pelo impacto de tais carências, pela falta de amor ou por influências negativas do meio ambiente em que vivem. E isso pode gerar a manifestação de distúrbios externos que eventualmente vão induzir tais indivíduos a situações de insegurança íntima, na expressão de sua exteriorização pessoal, que em outras palavras significa na expressão de sua própria personalidade e de sua sexualidade. E isso pode se manifestar através de uma expressão externa íntima, secreta, através da masturbação. A masturbação, na verdade, pode ser considerada uma debilidade da personalidade, um distúrbio profundo da sexualidade que se exterioriza secretamente, a princípio, quando certos indivíduos, crianças, adolescentes ou adultos, homens ou mulheres, buscam fazer sexo reflexivamente, subjetivamente, consigo mesmos. A masturbação não deixa de ser uma trilha aberta em direção ao homossexualismo. Uma forma de auto-excitação como prova e manifestação de uma profunda carência afetiva. Mas ao mesmo tempo ela não consegue se manifestar afetivamente. Tais indivíduos se sentem oprimidos por uma força íntima, subconsciente, em sua expressão sexual e afetiva, que se origina através de uma deficiência em sua sexualidade ainda na primeira infância, prosseguindo através de sua vida. Isso se manifesta por meio dessa energia sexual, íntima, psico-genética, de pequenas proporções, mas influente, criando distúrbios de personalidade que o fazem se intimidar diante de sua expressão sexual, masculina, nos homens e feminina, nas mulheres, evidentemente. Tal distúrbio é na verdade uma repressão íntima da sexualidade que busca se exteriorizar através da masturbação. Homens e mulheres não conseguem perceber a manifestação do sexo como realização mútua da própria sexualidade, e por esse motivo, buscam satisfação sexual íntima, individualizada, egoística. Ambos não percebem ou não entendem racionalmente que, tanto homem como mulher, se completam sexualmente, se necessitam mutuamente na sua expressão sexual. O resultado disso é que ambos se excitam individualmente na masturbação. O problema maior se refere ao fato de que homens e mulheres não percebem que suas mãos ( ou outros artefatos ) não podem satisfazê-los inteiramente. Pelo contrário, as mãos não foram concebidas para o excitamento do pênis ou da vagina, em função de sua superfície áspera e grossa. Na verdade, na masturbação homem e mulher perdem grande parte de sua sensibilidade sexual de excitamento e virilidade. O pênis é tão sensível quanto as paredes internas da vagina ou do clítoris. Neste sentido o pênis quanto a vagina, precisam ser protegidos em sua sensibilidade para que tal não seja deteriorada. Com o tempo, sendo exposto a uma constante manipulação, tanto pênis quanto a vagina, perdem grande parte de sua sensibilidade e do seu excitamento natural sexual. As mãos destroem paulatinamente tal sensibilidade, razão pela qual, durante a relação sexual entre homem e mulher, pode existir a insatisfação sexual em função da insensibilidade que se perdeu através da masturbação. Sob o ponto de vista de cada individualidade, o homem quer se excitar e atingir o próprio orgasmo, e a mulher busca se excitar ao ponto de um orgasmo satisfatório. Como isto não acontece satisfatoriamente ambos entram em crise na sua relação sexual, o que evidentemente se soma ao fato de que outros fatores negativos também são agregados à vida sexual do casal. Em consequência desta problemática, ambos, homem e mulher admitem frustração, Insatisfação sexual, e buscam por alternativas em sua sexualidade, tornando-se ambos vítimas do homossexualismo e do lesbianismo como alternativa substitutiva. É evidente que a masturbação cria um componente psicológico dentro do subconsciente humano, e ao considerar as razões profundas desse componente, ambos creem que as alternativas mais viáveis para sua substituição, busca no homossexualismo, uma opção de diferentes níveis de experimentação do sexo, ou da satisfação sexual, que se acomode a um nível de satisfação dentro dos limites da própria frustração, seguindo pela mesma trilha de insatisfação sugerida pela masturbação.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Tal procura por pontos de convergência de afetividade se manifesta através de uma carência íntima, subconsciente, que tende a se manifestar eventualmente, quando a criança, o adolescente ou o adulto se encontram em situações de pressão social externa, ou de estresse, ou em pressões íntimas provocadas pelo impacto de tais carências, pela falta de amor ou por influências negativas do meio ambiente em que vivem. E isso pode gerar a manifestação de distúrbios externos que eventualmente vão induzir tais indivíduos a situações de insegurança íntima, na expressão de sua exteriorização pessoal, que em outras palavras significa na expressão de sua própria personalidade e de sua sexualidade. E isso pode se manifestar através de uma expressão externa íntima, secreta, através da masturbação. A masturbação, na verdade, pode ser considerada uma debilidade da personalidade, um distúrbio profundo da sexualidade que se exterioriza secretamente, a princípio, quando certos indivíduos, crianças, adolescentes ou adultos, homens ou mulheres, buscam fazer sexo reflexivamente, subjetivamente, consigo mesmos. A masturbação não deixa de ser uma trilha aberta em direção ao homossexualismo. Uma forma de auto-excitação como prova e manifestação de uma profunda carência afetiva. Mas ao mesmo tempo ela não consegue se manifestar afetivamente. Tais indivíduos se sentem oprimidos por uma força íntima, subconsciente, em sua expressão sexual e afetiva, que se origina através de uma deficiência em sua sexualidade ainda na primeira infância, prosseguindo através de sua vida. Isso se manifesta por meio dessa energia sexual, íntima, psico-genética, de pequenas proporções, mas influente, criando distúrbios de personalidade que o fazem se intimidar diante de sua expressão sexual, masculina, nos homens e feminina, nas mulheres, evidentemente. Tal distúrbio é na verdade uma repressão íntima da sexualidade que busca se exteriorizar através da masturbação. Homens e mulheres não conseguem perceber a manifestação do sexo como realização mútua da própria sexualidade, e por esse motivo, buscam satisfação sexual íntima, individualizada, egoística. Ambos não percebem ou não entendem racionalmente que, tanto homem como mulher, se completam sexualmente, se necessitam mutuamente na sua expressão sexual. O resultado disso é que ambos se excitam individualmente na masturbação. O problema maior se refere ao fato de que homens e mulheres não percebem que suas mãos ( ou outros artefatos ) não podem satisfazê-los inteiramente. Pelo contrário, as mãos não foram concebidas para o excitamento do pênis ou da vagina, em função de sua superfície áspera e grossa. Na verdade, na masturbação homem e mulher perdem grande parte de sua sensibilidade sexual de excitamento e virilidade. O pênis é tão sensível quanto as paredes internas da vagina ou do clítoris. Neste sentido o pênis quanto a vagina, precisam ser protegidos em sua sensibilidade para que tal não seja deteriorada. Com o tempo, sendo exposto a uma constante manipulação, tanto pênis quanto a vagina, perdem grande parte de sua sensibilidade e do seu excitamento natural sexual. As mãos destroem paulatinamente tal sensibilidade, razão pela qual, durante a relação sexual entre homem e mulher, pode existir a insatisfação sexual em função da insensibilidade que se perdeu através da masturbação. Sob o ponto de vista de cada individualidade, o homem quer se excitar e atingir o próprio orgasmo, e a mulher busca se excitar ao ponto de um orgasmo satisfatório. Como isto não acontece satisfatoriamente ambos entram em crise na sua relação sexual, o que evidentemente se soma ao fato de que outros fatores negativos também são agregados à vida sexual do casal. Em consequência desta problemática, ambos, homem e mulher admitem frustração, Insatisfação sexual, e buscam por alternativas em sua sexualidade, tornando-se ambos vítimas do homossexualismo e do lesbianismo como alternativa substitutiva. É evidente que a masturbação cria um componente psicológico dentro do subconsciente humano, e ao considerar as razões profundas desse componente, ambos creem que as alternativas mais viáveis para sua substituição, busca no homossexualismo, uma opção de diferentes níveis de experimentação do sexo, ou da satisfação sexual, que se acomode a um nível de satisfação dentro dos limites da própria frustração, seguindo pela mesma trilha de insatisfação sugerida pela masturbação.
Sunday, July 7, 2019
SENSUALISMO – IDOLATRIA DE UM SENTIMENTO – 46
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Vamos nos referir agora a uma série de textos e ideias que irão sugerir a origem da formação do comportamento homossexual/lésbico no comportamento humano, em outras palavras, aquilo que origina o homossexualismo/lesbianismo, ou seja, suas causas e origens mais profundas. Para isso, vamos nos referir aos ISP ou indicadores da Submissão Psicológica. Tais Indicadores de uma constante submissão psicológica, ou indicadores intelectuais, são dispositivos mentais que vão liderar o indivíduo subjetivamente tornando-o dependente constante dessa submissão. Alguns definem isso como caminhos neurais, dando-nos a entender, no entanto, que ao seguir por caminhos dessa natureza, tais indivíduos seguem por uma “estrada mental” que os conduzem dentro de uma submissão externa, causada pela influência externa do meio ambiente em que o indivíduo segue caminhando em seu dia-a-dia, por determinações causadas pelo convívio social, por sua condição social, pelo ambiente familiar que o influencia negativa ou positivamente, no sentido de definir os caminhos por onde ele deverá seguir indefinidamente. Mas, a submissão psicológica, à qual nos referimos, tem a ver com uma influência psicológica e psico-genética, que vai um pouco mais a fundo dentro da formação do subconsciente de um feto sendo gerado. Isso quer dizer que, anteriormente aos caminhos neurais seguidos por cada indivíduo em seu dia-a-dia, existem anteriormente a isso, tais indicadores de uma constante submissão psicológica, que necessariamente contribuirão também para a formação dos caminhos neurais definidos como estrada mental. Para definir isso mais claramente nós vamos mais uma vez à Palavra de Deus que diz o seguinte em Malaquias 4 verso 6: “He will turn the hearts of the parents to their children, and the hearts of the children to their parents; or else I will be coming and strike the land with total destruction”. Tal disponibilidade em operar semelhante transformação do coração dos pais ao coração dos filhos, tem a ver profundamente com o que dissemos anteriormente a respeito do amor original dos pais despojado aos filhos enquanto eles são gerados no interior do útero da mãe. E Deus aqui em tal verso, se refere às suas disposições originais, às suas promessas originais, tal como o próprio Deus concebe todas as coisas. Em outras palavras, Deus cria todas as coisas dentro de uma dimensão imersa em originalidade e pureza, sendo que para homem e mulher, existe certamente uma proposta de amor original sendo destituída de qualquer impureza ou iniquidade, criada por Deus como proposta original. Um exemplo disso, ocorre quando vemos a criação do Universo e dentro dele, a criação dos seres humanos, que originalmente foram criados puros, perfeitos e sem mancha de pecado ou corruptividade. Se existe pois tal disponibilidade humana em negar a reconciliação entre o amor dos pais, aos filhos, e contrariamente, o amor dos filhos aos pais, cremos que haverá uma disfunção, ou seja, uma deterioração de tal proposta original de reconciliação que criará distúrbios na formação da personalidade e da sexualidade humana. Existem, pois duas versões originais com sentidos diversificados. A versão em Inglês NIV., se refere ao termo TURN, que significa mudar, transformar, fazer voltar. E a versão em Português Almeida, se refere a CONVERTER, ou transformar intimamente, entendendo que a versão original em hebraico assegure os mesmos sentidos. As duas versões sendo somadas nos permite concluir que Deus operará de fato a conversão, a transformação, num movimento ativo, do que o amor dos pais deveria operar originalmente em relação ao coração dos filhos, ou seja, ao seu subconsciente em formação intima no útero. Isso nos remonta à proposta original de Deus para os pais em relação aos filhos, e que ao nos afastarmos de tal proposta original, causada por pecados e iniquidades, nós, os seres humanos, incorremos num distúrbio de formação da personalidade e da sexualidade de nossos filhos. Em outras palavras, os distúrbios causados pela iniquidade humana no trato com o seu amor original, pode criar distúrbios na formação do amor (do comportamento afetivo) dos filhos, o que poderá gerar a formação de patologias ou psicopatias do comportamento humano em relação à sua sexualidade. Isso clama por diferentes níveis de submissão: aquela que se refere à submissão do amor de Deus no coração dos homens, e à submissão do amor dos pais aos filhos, e desses aos pais, no que se refere ao amor, à obediência.
Algumas ideias retiradas do conceito da sexualidade humana na criação do sexo.
Vamos nos referir agora a uma série de textos e ideias que irão sugerir a origem da formação do comportamento homossexual/lésbico no comportamento humano, em outras palavras, aquilo que origina o homossexualismo/lesbianismo, ou seja, suas causas e origens mais profundas. Para isso, vamos nos referir aos ISP ou indicadores da Submissão Psicológica. Tais Indicadores de uma constante submissão psicológica, ou indicadores intelectuais, são dispositivos mentais que vão liderar o indivíduo subjetivamente tornando-o dependente constante dessa submissão. Alguns definem isso como caminhos neurais, dando-nos a entender, no entanto, que ao seguir por caminhos dessa natureza, tais indivíduos seguem por uma “estrada mental” que os conduzem dentro de uma submissão externa, causada pela influência externa do meio ambiente em que o indivíduo segue caminhando em seu dia-a-dia, por determinações causadas pelo convívio social, por sua condição social, pelo ambiente familiar que o influencia negativa ou positivamente, no sentido de definir os caminhos por onde ele deverá seguir indefinidamente. Mas, a submissão psicológica, à qual nos referimos, tem a ver com uma influência psicológica e psico-genética, que vai um pouco mais a fundo dentro da formação do subconsciente de um feto sendo gerado. Isso quer dizer que, anteriormente aos caminhos neurais seguidos por cada indivíduo em seu dia-a-dia, existem anteriormente a isso, tais indicadores de uma constante submissão psicológica, que necessariamente contribuirão também para a formação dos caminhos neurais definidos como estrada mental. Para definir isso mais claramente nós vamos mais uma vez à Palavra de Deus que diz o seguinte em Malaquias 4 verso 6: “He will turn the hearts of the parents to their children, and the hearts of the children to their parents; or else I will be coming and strike the land with total destruction”. Tal disponibilidade em operar semelhante transformação do coração dos pais ao coração dos filhos, tem a ver profundamente com o que dissemos anteriormente a respeito do amor original dos pais despojado aos filhos enquanto eles são gerados no interior do útero da mãe. E Deus aqui em tal verso, se refere às suas disposições originais, às suas promessas originais, tal como o próprio Deus concebe todas as coisas. Em outras palavras, Deus cria todas as coisas dentro de uma dimensão imersa em originalidade e pureza, sendo que para homem e mulher, existe certamente uma proposta de amor original sendo destituída de qualquer impureza ou iniquidade, criada por Deus como proposta original. Um exemplo disso, ocorre quando vemos a criação do Universo e dentro dele, a criação dos seres humanos, que originalmente foram criados puros, perfeitos e sem mancha de pecado ou corruptividade. Se existe pois tal disponibilidade humana em negar a reconciliação entre o amor dos pais, aos filhos, e contrariamente, o amor dos filhos aos pais, cremos que haverá uma disfunção, ou seja, uma deterioração de tal proposta original de reconciliação que criará distúrbios na formação da personalidade e da sexualidade humana. Existem, pois duas versões originais com sentidos diversificados. A versão em Inglês NIV., se refere ao termo TURN, que significa mudar, transformar, fazer voltar. E a versão em Português Almeida, se refere a CONVERTER, ou transformar intimamente, entendendo que a versão original em hebraico assegure os mesmos sentidos. As duas versões sendo somadas nos permite concluir que Deus operará de fato a conversão, a transformação, num movimento ativo, do que o amor dos pais deveria operar originalmente em relação ao coração dos filhos, ou seja, ao seu subconsciente em formação intima no útero. Isso nos remonta à proposta original de Deus para os pais em relação aos filhos, e que ao nos afastarmos de tal proposta original, causada por pecados e iniquidades, nós, os seres humanos, incorremos num distúrbio de formação da personalidade e da sexualidade de nossos filhos. Em outras palavras, os distúrbios causados pela iniquidade humana no trato com o seu amor original, pode criar distúrbios na formação do amor (do comportamento afetivo) dos filhos, o que poderá gerar a formação de patologias ou psicopatias do comportamento humano em relação à sua sexualidade. Isso clama por diferentes níveis de submissão: aquela que se refere à submissão do amor de Deus no coração dos homens, e à submissão do amor dos pais aos filhos, e desses aos pais, no que se refere ao amor, à obediência.
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